registrado em: CFA
27/07/2012 12:52
É importante saber exatamente o que a empresa espera de você, tanto em relação à sua área quanto às tarefas.
Para avançar na carreira é preciso que o profissional, além de ter um bom relacionamento com o chefe, se torne admirável aos olhos do gestor. Você sabe, porém, o que os chefes esperam do ‘profissional ideal’?
Pensando nisso, o sócio-fundador da JCI Acquistion, José Carlos Ignácio, citou uma série de atitudes e situações que o faz admirar seus subordinados. Confira.
- Meu subordinado não fica com dúvidas com relação ao que é esperado dele, seja em relação à área pela qual ele é responsável ou no tocante a trabalhos ou projetos especiais. Ao final de cada tarefa, ele me deixa bastante seguro quanto a ter entendido perfeitamente o que deve ser feito, como deve ser feito e para quando.
- Meu subordinado não falha (ou falha muito raramente) no preparo do material para nossas resoluções diárias ou periódicas. Ele revisa o seu material e se prepara para a nossa reunião, valorizando nosso tempo e focando nos assuntos mais relevantes.
- Meu subordinado não me traz problemas ou justificativas, só opções de soluções para eu decidir. Quando, apesar de tentar, ele não consegue gerar as opções de solução, ele me avisa com antecedência para que eu analise, decida e ordene as correções de rumo em relação ao traçado.
- Meu subordinado absorveu e se adaptou adequadamente ao meu estilo de gestão, percebendo claramente quando deve tomar a iniciativa sozinho e quando deve me consultar. Além disso, me satisfaz muito a maneira como ele reage em situações inesperadas ou urgentes, principalmente na minha ausência. É como se ele refletisse: “Como meu chefe agiria nesta situação?”
- Meu subordinado trata a sua área como uma empresa, sempre pensando no melhor resultado e na satisfação plena do cliente interno. Ele me passa a impressão clara de estar sempre concentrado e focado em se desenvolver profissionalmente. É como se ele trabalhasse para ele, ou seja, trabalhasse para estar cada vez mais preparado para uma oportunidade de promoção.
- Meu subordinado tem sempre uma postura motivada e isto reflete na facilidade que eu tenho de me comunicar com ele, o qual sempre se mostra colaborativo e prestativo, além de realizar ótimas sugestões. Além disso, ele demonstra sensibilidade para saber quando deve alongar uma discussão sobre pontos divergentes comigo e quando o assunto (ou o momento) não permite tal coisa. Acima de tudo, ele sempre fala comigo sobre suas insatisfações.
- Meu subordinado lidera muito bem a sua equipe, não permitindo que discórdias e insatisfações do grupo cresçam para fora do mesmo. Tem sempre uma palavra de apoio, além da confiança dos subordinados.
O chefe gosta de quem acredita que a vida profissional trará oportunidades para todos que se dedicarem e se prepararem para as oportunidades futuras, sejam eles chefias ou subordinados.
Fonte: Infomoney
segunda-feira, 30 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Estudo diz que quem tem propensão a se sentir culpado pode ser líder melhor
registrado em: CFA
10/07/2012 14:36
Quando pensamos em líderes, pensamos em pessoas sociáveis e otimistas. Um recente estudo, entretanto, revelou uma nova característica capaz de sinalizar quando o profissional tem grandes chances de ser um bom líder: propensão a sentir culpado.
Isso mesmo. Trabalhadores com alto sentimento de culpa carregam um forte senso de responsabilidade, o que faz com que as outras pessoas os enxerguem como líderes natos. Essa é a avaliação do doutor Becky Schaumberg, um dos coordenadores da pesquisa realizada pela Escola de Negócios da Universidade Stanford.
A vergonha e a culpa
O estudo foi feito com grupos de quatro a cinco profissionais. Cada um fez um teste online de personalidade que avaliava aspectos como propensão a culpa, propensão a sentir vergonha e extroversão. Embora “vergonha” e “culpa” pareçam similares – além de serem aspectos negativos – eles são bastante diferentes.
Segundo psicólogos que também participaram do estudo, existem diferenças cruciais entre quem se sente culpado e com vergonha. No primeiro caso, o profissional se sente mal sobre determinado problema, mas tem vontade de superar e corrigir o erro. Por outro lado, quem se sente com vergonha tem uma atitude bastante oposta, de querer se esconder do problema, o que não é nada positivo para líder nenhum.
Ao fazerem uma dinâmica de grupo, no experimento, foi possível constatar que, embora o sentimento de culpa seja desagradável para o indivíduo, é positivo para o grupo como um todo, pois o profissional tende a pensar na equipe em conjunto e não apenas nos benefícios individuais.
Fonte: Infomoney
8 passos para driblar a timidez no trabalho
registrado em: CFA
26/07/2012 13:00
Especialistas ensinam como lidar com um dos piores vilões de profissionais mundo afora
O frio na barriga intermitente, as mãos que já não se aguentam de tão geladas e a voz por um fio, isso sem contar a palidez, a gagueira e o branco na memória. A timidez se manifesta de diversas maneiras e segundo a ocasião. E, em alguns casos, pode se tornar um dos piores vilões da carreira de qualquer profissional.
Mas há meios para reverter esse risco. "Muitas pessoas falam de timidez como se fosse uma terceira pessoa, uma assombração. Mas quem alimenta a timidez somos nós mesmos", diz o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki. Por conta disso, todos têm o poder para colocar rédeas nesse traço de personalidade - com ou sem ajuda profissional.
Confira abaixo algumas dicas para lidar melhor com essa tendência da sua personalidade:
1. Não tenha medo
As pessoas mais retraídas, dizem os especialistas, constroem uma imagem de si mesmas extremamente negativa. “O tímido é muito auto focado, acha que todo mundo irá avaliá-lo”, diz Leda Vasconcellos, fonoaudióloga especializada em timidez.
Mas acredite: as atenções nem sempre estão todas voltadas para você – ou para seus erros. E se estiverem, não há problema algum em errar também.
“É melhor ficar meia hora vermelho como um pimentão do que ter uma vida entalada”. Foi com frases de efeito como essa que a mãe de Shinyashiki conseguiu ajudar o filho a controlar a tendência à timidez. “Hoje quando percebo que estou vermelho, sei que estou no caminho certo”, diz.
Mas acredite: as atenções nem sempre estão todas voltadas para você – ou para seus erros. E se estiverem, não há problema algum em errar também.
“É melhor ficar meia hora vermelho como um pimentão do que ter uma vida entalada”. Foi com frases de efeito como essa que a mãe de Shinyashiki conseguiu ajudar o filho a controlar a tendência à timidez. “Hoje quando percebo que estou vermelho, sei que estou no caminho certo”, diz.
2. Conheça-se
Por isso, se você decidiu encarar e “dar um tempo” para a timidez, esteja pronto também para entrar num profundo mergulho para dentro de si. Mas, atenção: o objetivo desse check-up interior não é listar os pontos baixos de quem você é, mas sim suas qualidades.
Nesse ponto, segundo Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori, vale conversar com pessoas próximas, participar de aulas de oratória ou até fazer terapia. “A partir da percepção dos outros, ela pode perceber que tem qualidades. Isso gera conforto”, diz o especialista.
Nesse ponto, segundo Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori, vale conversar com pessoas próximas, participar de aulas de oratória ou até fazer terapia. “A partir da percepção dos outros, ela pode perceber que tem qualidades. Isso gera conforto”, diz o especialista.
3. Prove
“Como posso melhorar minha autoconfiança? Mostrando para mim mesmo que sou confiável”, diz o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki. Na prática, assumiu um compromisso pessoal como ir ao cinema ou ler um livro? Então, cumpra cada um deles – sem exceções.
4. Quebre rotinas
Nesse tom, estabeleça como prioridade máxima se livrar de todos seus hábitos (ou escudos) de acomodação.
Por exemplo, como estratégia de defesa, você têm o hábito de almoçar sozinho ou só ir com o mesmo grupo durante o expediente? Então, tente mudar esse quadro convidando sempre uma nova pessoa para ir almoçar com vocês.
“Faça coisas que você sempre teve resistência em fazer, comece a quebrar algumas verdades que você criou, assuma um compromisso de expressar suas ideias, seja mais proativo”, aconselha Shinyashiki.
Por exemplo, como estratégia de defesa, você têm o hábito de almoçar sozinho ou só ir com o mesmo grupo durante o expediente? Então, tente mudar esse quadro convidando sempre uma nova pessoa para ir almoçar com vocês.
“Faça coisas que você sempre teve resistência em fazer, comece a quebrar algumas verdades que você criou, assuma um compromisso de expressar suas ideias, seja mais proativo”, aconselha Shinyashiki.
5. De grão em grão
Agora, cuidado para não dar passos maiores que suas próprias pernas. Aprender a lidar com a timidez exige tempo e consciência dos próprios limites.
Segundo Passadori, o processo é similar com as fases para aprender a nadar. “Você começa nadando no lado raso da piscina, depois arrisca pelas beiradas, você vai treinando devagar”, diz. “É um processo gradativo”.
Em outras palavras, dê pequenos dribles na timidez diariamente até estar pronto para encarar aquelas situações de tirar o fôlego de qualquer um – como apresentar um projeto para o conselho administrativo da empresa.
“Se faltou oportunidade para expressar sua opinião em uma reunião, não há problemas em compartilhar suas ideias com seu chefe logo depois”, diz Leda.
Em outras palavras, dê pequenos dribles na timidez diariamente até estar pronto para encarar aquelas situações de tirar o fôlego de qualquer um – como apresentar um projeto para o conselho administrativo da empresa.
“Se faltou oportunidade para expressar sua opinião em uma reunião, não há problemas em compartilhar suas ideias com seu chefe logo depois”, diz Leda.
6. Faça as pazes com a agenda
Nesse processo, dê um tempo também para a procrastinação. “Quanto mais você adia, mais resistência cria em aceitar a situação”, diz Shinyashiki.
Exemplo: Precisa compartilhar uma ideia com o seu superior – mas, só de pensar na situação, já fica com frio na barriga? Então, agende a reunião com ele para o primeiro horário do dia.
Exemplo: Precisa compartilhar uma ideia com o seu superior – mas, só de pensar na situação, já fica com frio na barriga? Então, agende a reunião com ele para o primeiro horário do dia.
7. Prepare-se
Para diminuir a ansiedade, tente se preparar antes de cada um desses pequenos ou grandes desafios.
Desde ensaiar o que vai falar até fazer alguns exercícios de relaxamento antes de uma reunião importante até simplesmente treinar para não parecer tão sério – tudo contribui para reduzir a tensão e a timidez.
Desde ensaiar o que vai falar até fazer alguns exercícios de relaxamento antes de uma reunião importante até simplesmente treinar para não parecer tão sério – tudo contribui para reduzir a tensão e a timidez.
8. Procure apoio
Nesse processo, vale buscar também apoio profissional que pode se materializar em desde terapia até cursos de oratória ou teatro – ou outra atividade do tipo.
Lembre-se: colocar a timidez de escanteio em algumas situações não é sinônimo de deixar de colocar a sua personalidade de lado. Ao contrário. “A pessoa continua sendo ela mesma, mas de uma maneira ampliada”, diz Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori. “Todos irão morrer sem saber o total da própria capacidade. Nós só descobrimos nosso potencial na medida em que ousamos”.
O que importa, segundo os especialistas, é não ter medo de se arriscar. E, principalmente, não se cobrar tanto.
Lembre-se: colocar a timidez de escanteio em algumas situações não é sinônimo de deixar de colocar a sua personalidade de lado. Ao contrário. “A pessoa continua sendo ela mesma, mas de uma maneira ampliada”, diz Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori. “Todos irão morrer sem saber o total da própria capacidade. Nós só descobrimos nosso potencial na medida em que ousamos”.
O que importa, segundo os especialistas, é não ter medo de se arriscar. E, principalmente, não se cobrar tanto.
Fonte: Exame
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Chefes: veja os perfis de líderes sem habilidade para estar onde estão
— registrado em: CFA
No mundo corporativo, os chefes podem tanto ser o problema quanto a solução. Por serem os superiores imediatos, eles podem facilitar ou mesmo complicar bastante a vida dos profissionais.
No livro, ‘Como trabalhar para um idiota - Aprenda a Evitar Conflitos Com o Seu Chefe’, o autor organizou o mundo dos chefes em algumas subcategorias, avaliando cada perfil e dando algumas dicas de como lidar com eles.
Chefe Deus
Para John Hoover, o autor da obra, um primeiro tipo de chefe é o ‘chefe Deus’. “O chefe Deus é aquele que anda de ombros eretos, como se tivesse engolido um cabide, conhece sobre todas as coisas e acredita estar acima de todas as coisas — e pessoas”, explica.
Segundo o autor, não se sabe muito bem como esses líderes chegam a tal situação de auto-endeusamento, mas como regra geral avaliam suas qualidades de forma um pouco equivocada, se sentindo muito superior aos outros. Caso você trabalhe com um chefe que tenha esse perfil, é importante encontrar uma forma de convivência.
Em primeiro lugar, saiba que tentar competir com um chefe deus será a pior estratégia possível. Entre as dicas de Hoover, o profissional deve se certiticar de tratar seu chefe Deus da forma como ele quer ser tratado, seguir as regras dele e adotar pequena atitudes que mostram o quando você se importa com as necessidades do líder.
"Reconheça sua presença. Chefes deuses não pensam ser invisíveis. Não cometa o engano de ignorá-lo. Quando ele chegar na sala de reuniões ou na cafeteria, cumprimente-o verbalmente. Se não houver chance para isso no momento, encare-o e faça um movimento de cabeça para indicar que notou sua chegada", sugere.
Chefes maquiavélicos
Para o autor o grande objetivo do chefe maquiavélico é chegar no topo, ficar acima de todos. “Eles não se importam com quem têm de atropelar para chegar lá. Simplesmente se recusam a não terem aquilo que querem”, explica. Estar no topo da pirâmide é a única situação que faz os chefes maquiavélicos felizes.
Como satisfazer esses caras? “Alerte-o. Quando descobrir alguma coisa, conte a ele. Envie um e-mail ou mencione o assunto de passagem. Estando em constante competição com todo mundo, os maquiavélicos apreciam informações que possam ser úteis para eles”, explica Hoover.
Manter esse tipo de chefe muito bem informado parece ser uma grande arma. Mesmo que a informação pareça trivial, passe para frente. “Se ele sentir que você está sonegando informações, concluirá que está competindo com ele, e as coisas ficarão desagradáveis”.
Chefes masoquistas
Esse tipo de chefe é aquele que se elogiado, fica aborrecido. É aquele que faz com que tudo caminhe para o lado errado. A melhor forma de conviver com ele é não se envolver. “Não se envolva nas conversas negativas de seu chefe masoquista. Ouça de maneira respeitosa, mas não se deixe contaminar pela negatividade”, explica Hoover.
Chefes sádicos
Um exemplo clássico de um chefe sádico é aquele que toma uma atitude como pendurar na porta da sua sala, ou colocar em cima de sua mesa uma placa com os dizeres: “Quando eu quiser sua opinião, eu lhe darei”.
Dicas para lidar com esses líderes:
- Desenvolva meios de garantir ao seu chefe sádico que sua carga de trabalho é realmente opressora, mesmo que não seja;
- Quando um chefe sádico chama, atenda. Desobedecer a um chefe sádico, ou mesmo adiar suas respostas, dá a ele uma desculpa para retaliar;
- Não organize atividades no departamento de um chefe sádico. Mantenha-as ocultas e não as divulgue abertamente;
- Aja como se estivesse sempre ocupado. A ociosidade convida a punição na forma de cargas de trabalho exageradas.
Chefes paranóicos
Os chefes paranóicos também são bastante complicados e sua principal característica é acreditar que tudo e todos estão contra ele, inclusive você. “Trabalhar para um chefe paranóico pode ser uma ameaça real. Qualquer coisa que você faça, por qualquer razão, é uma tentativa de subverter seu chefe. É assim que ele pensa”, avalia Hoover.
Dicas de como ligar com eles...
- Mantenha suas atividades à vista. Você pode não pensar nisso, mas um chefe paranóico é capaz de considerar uma inocente conversa ao lado da máquina de café uma ameaça;
- Como com o chefe maquiavélico, envie cópias de tudo para seu chefe paranóico. Ele que diga quando você deve parar;
- Passe mais tempo com ele. É difícil um chefe paranóico imaginar que você está conspirando enquanto está diante dele;
- Compartilhe o conhecimento. Use termos e frases indicando que você não só divide com seu chefe paranóico todas as informações de que dispõe, como também faz o mesmo com o restante da organização;
- Compartilhe segredos. Revele a seu chefe paranóico alguns de seus pensamentos, dentro do razoável. Demonstrar sua confiança por ele o convidará a confiar em retribuição.
Chefes camaradas
São aqueles que querem ficar próximos dos funcionários, mas podem ser bastante irritantes por conta disso. Para Hoover, uma boa estratégia para lidar com esse tipo de líder é compartilhar informações com eles, convidá-lo para tudo e sempre enviar e-mails e outras correspondências para que ele saiba que não está sozinho.
Fonte: Infomoney
No livro, ‘Como trabalhar para um idiota - Aprenda a Evitar Conflitos Com o Seu Chefe’, o autor organizou o mundo dos chefes em algumas subcategorias, avaliando cada perfil e dando algumas dicas de como lidar com eles.
Chefe Deus
Para John Hoover, o autor da obra, um primeiro tipo de chefe é o ‘chefe Deus’. “O chefe Deus é aquele que anda de ombros eretos, como se tivesse engolido um cabide, conhece sobre todas as coisas e acredita estar acima de todas as coisas — e pessoas”, explica.
Segundo o autor, não se sabe muito bem como esses líderes chegam a tal situação de auto-endeusamento, mas como regra geral avaliam suas qualidades de forma um pouco equivocada, se sentindo muito superior aos outros. Caso você trabalhe com um chefe que tenha esse perfil, é importante encontrar uma forma de convivência.
Em primeiro lugar, saiba que tentar competir com um chefe deus será a pior estratégia possível. Entre as dicas de Hoover, o profissional deve se certiticar de tratar seu chefe Deus da forma como ele quer ser tratado, seguir as regras dele e adotar pequena atitudes que mostram o quando você se importa com as necessidades do líder.
"Reconheça sua presença. Chefes deuses não pensam ser invisíveis. Não cometa o engano de ignorá-lo. Quando ele chegar na sala de reuniões ou na cafeteria, cumprimente-o verbalmente. Se não houver chance para isso no momento, encare-o e faça um movimento de cabeça para indicar que notou sua chegada", sugere.
Chefes maquiavélicos
Para o autor o grande objetivo do chefe maquiavélico é chegar no topo, ficar acima de todos. “Eles não se importam com quem têm de atropelar para chegar lá. Simplesmente se recusam a não terem aquilo que querem”, explica. Estar no topo da pirâmide é a única situação que faz os chefes maquiavélicos felizes.
Como satisfazer esses caras? “Alerte-o. Quando descobrir alguma coisa, conte a ele. Envie um e-mail ou mencione o assunto de passagem. Estando em constante competição com todo mundo, os maquiavélicos apreciam informações que possam ser úteis para eles”, explica Hoover.
Manter esse tipo de chefe muito bem informado parece ser uma grande arma. Mesmo que a informação pareça trivial, passe para frente. “Se ele sentir que você está sonegando informações, concluirá que está competindo com ele, e as coisas ficarão desagradáveis”.
Chefes masoquistas
Esse tipo de chefe é aquele que se elogiado, fica aborrecido. É aquele que faz com que tudo caminhe para o lado errado. A melhor forma de conviver com ele é não se envolver. “Não se envolva nas conversas negativas de seu chefe masoquista. Ouça de maneira respeitosa, mas não se deixe contaminar pela negatividade”, explica Hoover.
Chefes sádicos
Um exemplo clássico de um chefe sádico é aquele que toma uma atitude como pendurar na porta da sua sala, ou colocar em cima de sua mesa uma placa com os dizeres: “Quando eu quiser sua opinião, eu lhe darei”.
Dicas para lidar com esses líderes:
- Desenvolva meios de garantir ao seu chefe sádico que sua carga de trabalho é realmente opressora, mesmo que não seja;
- Quando um chefe sádico chama, atenda. Desobedecer a um chefe sádico, ou mesmo adiar suas respostas, dá a ele uma desculpa para retaliar;
- Não organize atividades no departamento de um chefe sádico. Mantenha-as ocultas e não as divulgue abertamente;
- Aja como se estivesse sempre ocupado. A ociosidade convida a punição na forma de cargas de trabalho exageradas.
Chefes paranóicos
Os chefes paranóicos também são bastante complicados e sua principal característica é acreditar que tudo e todos estão contra ele, inclusive você. “Trabalhar para um chefe paranóico pode ser uma ameaça real. Qualquer coisa que você faça, por qualquer razão, é uma tentativa de subverter seu chefe. É assim que ele pensa”, avalia Hoover.
Dicas de como ligar com eles...
- Mantenha suas atividades à vista. Você pode não pensar nisso, mas um chefe paranóico é capaz de considerar uma inocente conversa ao lado da máquina de café uma ameaça;
- Como com o chefe maquiavélico, envie cópias de tudo para seu chefe paranóico. Ele que diga quando você deve parar;
- Passe mais tempo com ele. É difícil um chefe paranóico imaginar que você está conspirando enquanto está diante dele;
- Compartilhe o conhecimento. Use termos e frases indicando que você não só divide com seu chefe paranóico todas as informações de que dispõe, como também faz o mesmo com o restante da organização;
- Compartilhe segredos. Revele a seu chefe paranóico alguns de seus pensamentos, dentro do razoável. Demonstrar sua confiança por ele o convidará a confiar em retribuição.
Chefes camaradas
São aqueles que querem ficar próximos dos funcionários, mas podem ser bastante irritantes por conta disso. Para Hoover, uma boa estratégia para lidar com esse tipo de líder é compartilhar informações com eles, convidá-lo para tudo e sempre enviar e-mails e outras correspondências para que ele saiba que não está sozinho.
Fonte: Infomoney
quarta-feira, 11 de julho de 2012
11/07/2012 20h34 - Atualizado em 11/07/2012 21h08
Copom corta juros para 8% ao ano e renova mínima histórica
Este foi o oitavo corte consecutivo nos juros básicos da economia brasileira.
Com decisão, rendimento da poupança também tem nova queda.
Alexandro MartelloDo G1, em Brasília
saiba mais
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, reduziu de 8,5% para 8% a taxa básica de juros da economia. O corte, definido por unanimidade pelo colegiado na noite desta quarta-feira (11), foi o oitavo consecutivo na taxa Selic, que começou a recuar em agosto do ano passado.
Com a decisão do BC, foi "renovada" a mínima histórica – ou seja, os juros atingiram o menor patamar já registrado em toda a série histórica do Banco Central, que começa em 1986. Até o momento, a menor taxa apurada era justamente de 8,5% ao ano.

Expectativa do mercado e explicação do BC
A decisão do Banco Central confirmou a expectativa da maior parte dos economistas do mercado financeiro. A previsão dos analistas dos bancos é de que o Copom promova um novo corte dos juros em sua reunião de 28 e 29 de agosto, desta vez para 7,5% ao ano - patamar no qual a taxa terminaria 2012.
A decisão do Banco Central confirmou a expectativa da maior parte dos economistas do mercado financeiro. A previsão dos analistas dos bancos é de que o Copom promova um novo corte dos juros em sua reunião de 28 e 29 de agosto, desta vez para 7,5% ao ano - patamar no qual a taxa terminaria 2012.
Ao fim do encontro, o BC divulgou a seguinte frase: "O Copom considera que, neste momento, permanecem limitados os riscos para a trajetória da inflação. O Comitê nota ainda que, até agora, dada a fragilidade da economia global, a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária. Diante disso, dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 8,00% a.a., sem viés".
Atividade, inflação e setor produtivo
Ao baixar os juros, o BC busca estimular a atividade e combater os efeitos da crise financeira internacional na economia brasileira. Mesmo com oito cortes consecutivos nos juros, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu apenas 0,2% no primeiro trimestre deste ano.
Ao baixar os juros, o BC busca estimular a atividade e combater os efeitos da crise financeira internacional na economia brasileira. Mesmo com oito cortes consecutivos nos juros, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu apenas 0,2% no primeiro trimestre deste ano.
A autoridade monetária avalia que os cortes de juros demoram de seis meses a um ano para terem impacto pleno na economia, e informa que espera um crescimento maior do PIB brasileiro no segundo semestre de 2012.
Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para 2012 e 2013, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
O Copom tem argumentado que a crise financeira internacional possui "viés desinflacionário" e que, por isso, tem sido possível reduzir a taxa básica de juros sem comprometer o controle da inflação.
Os cortes de juros também facilitam o financiamento da atividade produtiva. "A economia real passa a ter uma dimensão muito mais relevante, muito mais atraente, em relação à economia financeira, o que significa dizer que devem aumentar os investimentos e o movimento em torno das empresas produtivas. E renasce com muita intensidade o mercado de capitais. Isso vai ser uma revolução no financiamento das empresas brasileiras", declarou o consultor do Iedi, Júlio Sérgio Gomes de Almeida.

Rendimento da poupança
O corte dos juros básicos por parte do Banco Central reduz, novamente, a rentabilidade da poupança. Pelas novas regras definidas pelo governo, a poupança passou a ser atrelada aos juros básicos da economia, rendendo 70% da aplicação, mais a Taxa Referencial, quando a taxa básica estiver abaixo de 8,5% ao ano.
O corte dos juros básicos por parte do Banco Central reduz, novamente, a rentabilidade da poupança. Pelas novas regras definidas pelo governo, a poupança passou a ser atrelada aos juros básicos da economia, rendendo 70% da aplicação, mais a Taxa Referencial, quando a taxa básica estiver abaixo de 8,5% ao ano.
Com juros em 8% ao ano, a poupança será remunerada em 5,6% ao ano mais TR, contra 5,96% ao ano (acrescida da TR) quando os juros estavam em 8,5% ao ano. Antes da mudança das regras, a poupança rendia 6,17% ao ano, mais TR. Na poupança, porém, não é cobrada taxa de administração e nem Imposto de Renda (IR) - ao contrário dos investimentos em fundos. Os recursos podem ser sacados a qualquer momento.
Segundo o administrador de investimentos, Fabio Colombo, a caderneta de poupança continua atraente para os pequenos investidores. "Os juros reais [calculados após o abatimento da inflação] estão caindo. Nesse cenário, para quem tem volumes pequenos e não tem acesso a fundos de investimentos DI, ou renda fixa, com taxas de administração abaixo de 1,5% ao ano, a melhor opção ainda é a poupança", afirmou ele.
Edição do dia 09/07/2012
09/07/2012 10h08 - Atualizado em 09/07/2012 15h23
Sala de Emprego mostra as atitudes que mais incomodam os chefes
Pesquisa revela que 80% das demissões são causadas por problemas de relacionamento.

Qualificação e um bom currículo não são mais sinônimos de uma carreira de sucesso. Cada vez mais, as empresas estão atentas ao comportamento dos profissionais. Pesquisa realizada pela Catho com 46 mil profissionais de empresas de todo o Brasil revelou que 80% das demissões foram causadas por problemas de relacionamento em geral.
De acordo com a pesquisa, 24,2% dos profissionais ouvidos foram demitidos porque não conseguiram os resultados desejados; 20,5% eram tecnicamente incompetentes, não sabiam supervisionar ou não eram dinâmicos; 13,3% não se relacionavam bem com o grupo ou com o chefe; e 10,5% chegavam atrasados com frequencia ou faltavam ao trabalho.
A consultora Meiry Kamia lista as principais atitudes que podem prejudicar o profissional: fofoca, falta de cooperação entre os setores, desânimo e falta de motivação, formação de “panelinha” e falta de iniciativa.
Uma empresa de call center de Bauru, no interior de São Paulo, resolveu tomar medidas para acabar com a fofoca pelos corredores. Para isso, começou a aplicar pesquisas entre os funcionários para aproximar a comunicação. "Hoje conseguimos consolidar uma comunicação estruturada, com internet, televisão interna, impressos", afirma Juliana Dorigo, consultora de RH.
As empresas estão inovando para integrar as equipes. Em Sorocaba, também no interior de São Paulo, uma empresa evita as conversas paralelas e a fofoca com uma medida simples e objetiva: o “café com o responsável”, uma reunião onde funcionários podem reclamar e dar sugestões aos superiores. A empresa dá retorno sobre todas as queixas.
(Em um bate-papo ao vivo, no site do JH, a consultora Meiry Kamia falou sobre outras atitudes que incomodam em uma empresa. Veja a entrevista na íntegra no link abaixo).
FONTE: JORNAL HOJE-SALA DE EMPREGO http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/07/sala-de-emprego-mostra-atitudes-que-mais-incomodam-os-chefes.html
sábado, 7 de julho de 2012
O que fazer quando as manias do colega ao lado atrapalham o rendimento do meu trabalho
— registrado em: CFA
Conviver com pessoas de diferentes personalidades e todos os dias não é uma tarefa fácil. Por mais profissional que alguém seja, é impossível, porém, não levar em conta os aspectos emocionais envolvidos nos relacionamentos
Quem nunca conheceu alguém chato e insuportável no seu trabalho? Há pessoas que vivem para atazanar nossa vida. Quando você olha para a pessoa o primeiro e único pensamento que lhe vem à cabeça é: fugir e evitar qualquer contato.
Os motivos para tornar uma pessoa desagradável podem ser vários: o chefe mal-humorado que reclama de tudo e de todos; o colega de trabalho que espalha fofocas por onde passa; aquele que adora fazer gracinhas nas horas mais impróprias; aquele que fala demais, que adora falar alto ou passar o dia fazendo brincadeiras e contando piadas; aquele que mantem uma caixa de som ligada num programa inadequado; aquele que abusa de palavrões e de obscenidades; aquele que faz perguntas íntimas pois acredita que é super amigo dos colegas e pergunta sobre o relacionamento deles, a situação financeira, etc.; aquele que não cuida da aparência e higiene pessoal ou outros tipos de atitudes que fogem à etiqueta profissional.
Se o seu colega é insuportável o que você deve fazer?
Descubra se os outros estão enfrentando o mesmo problema com a pessoa. Converse com os colegas mais próximos e de sua confiança sobre o assunto e descubra se eles também têm notado tal comportamento nesta pessoa. Comece investigando o que lhe incomoda: atitudes, postura, manias, forma de pensar.
Depois, pondere a respeito do seguinte: é uma simples implicância de sua parte, ou está, realmente, refletindo na qualidade de seu trabalho?
Se sim, dê um feedback a essa pessoa e diga o que te incomoda em particular, ela pode estar fazendo isso involuntariamente. Tenha cuidado para não falar quando você estiver irritado, frustrado ou suas emoções não estiverem em seu controle total. Informe a pessoa sobre os possíveis resultados ruins de suas ações.
Deixe que seu colega saiba que suas ações terão um impacto negativo sobre sua carreira, reputação no escritório e nos resultados gerais da empresa. Se mesmo assim a pessoa não mudar, leve a questão para seu superior ou o responsável pelo RH, argumentando que o rendimento da equipe está sendo prejudicado por essa situação. Aponte, com exemplos de situações concretas, o quanto o comportamento da pessoa em questão está influenciando na sua produtividade.
E se a pessoa a qual você tem queixa é seu chefe? Mesmo nesse caso, também vale a pena conversar com a pessoa em questão. Uma relação profissional deve ser pautada pela maturidade para dar e receber feedback. Todavia, se perceber que não há espaço para apontar críticas ou elogios, e por mais difícil que seja a recolocação em determinadas áreas, é o momento de procurar outra oportunidade. Ninguém deve se sentir desrespeitado ou humilhado em função de outros.
Existe também o outro lado da questão. Como saber se sou alguém insuportável?
Observe se as pessoas estão se afastando de você. Quando você chega na roda de conversa o pessoal começa ir embora? Você convida alguém pra almoçar com você e a pessoa não quer ir? As pessoas estão te evitando ou fazendo piadinhas sobre seu jeito de ser? Se isto está acontecendo pergunte-se: será que estou causando mal estar nas pessoas, estou sendo inconviniente, estou com mau hálito, falo alto demais, por que as pessoas estão se afastando de mim?
Algumas dicas para quem não quer ser alguém mau visto pelos outros:
- Fale corretamente;
- Cuide da aparência e higiene pessoal;
- Evite fofocas. Se alguém contar algo não repasse;
- Siga as regras de etiqueta vigentes na empresa, mesmo que não concorde. Essas são as regras do jogo válidas no seu ambiente de trabalho;
- Fique atento aos sinais que as outras pessoas enviam a você, que muitas vezes podem querer expressar informações tais como: "se manca!" ou "não gosto disso!”
- Respeite o lugar do outro. Não invada a privacidade alheia;
- Trate os outros como gostaria de ser tratado;
- Cuide da aparência e higiene pessoal;
- Evite fofocas. Se alguém contar algo não repasse;
- Siga as regras de etiqueta vigentes na empresa, mesmo que não concorde. Essas são as regras do jogo válidas no seu ambiente de trabalho;
- Fique atento aos sinais que as outras pessoas enviam a você, que muitas vezes podem querer expressar informações tais como: "se manca!" ou "não gosto disso!”
- Respeite o lugar do outro. Não invada a privacidade alheia;
- Trate os outros como gostaria de ser tratado;
- Você "ama" o ringtone do seu celular? Isso não significa que, no trabalho, seus colegas devam adorar aquele toque "especial" do seu celular, que dispara quando você está distante da sua mesa;
- O ambiente não é só seu. Suponha que você divide sua mesa com um outro colega que trabalha no turno da noite. Acha justo deixar sua mesa repleta de objetos pessoais ou "amuletos" do seu time de futebol? A idéia é respeitar o espaço, que não é só seu;
- Da mesma forma, muito cuidado com perfumes fortes ou com aquela mania de manter sempre em sua mesa um incenso aceso para purificar o ambiente. Você gosta do cheiro, outros nem tanto;
- Fique esperto com seus “tiques”, como batucada na mesa, pulseiras batendo insistentemente na mesa enquanto digita, cantarolar enquanto trabalha, ficar se mexendo na cadeira giratória enquanto conversa durante a reunião;
Cuidado! Suas pequenas manias podem prejudicar sua imagem na empresa. Controle-se e capriche. Se cada um fizer sua parte, a convivência no trabalho se torna muito mais agradável.
- O ambiente não é só seu. Suponha que você divide sua mesa com um outro colega que trabalha no turno da noite. Acha justo deixar sua mesa repleta de objetos pessoais ou "amuletos" do seu time de futebol? A idéia é respeitar o espaço, que não é só seu;
- Da mesma forma, muito cuidado com perfumes fortes ou com aquela mania de manter sempre em sua mesa um incenso aceso para purificar o ambiente. Você gosta do cheiro, outros nem tanto;
- Fique esperto com seus “tiques”, como batucada na mesa, pulseiras batendo insistentemente na mesa enquanto digita, cantarolar enquanto trabalha, ficar se mexendo na cadeira giratória enquanto conversa durante a reunião;
Cuidado! Suas pequenas manias podem prejudicar sua imagem na empresa. Controle-se e capriche. Se cada um fizer sua parte, a convivência no trabalho se torna muito mais agradável.
Fonte: Daniela do Lago - coach executiva
terça-feira, 3 de julho de 2012
Prazo para ampliação do processo de Análise de Perfil do Investidor é prorrogado
- 03/07/2012
Com objetivo de propiciar maior tempo para adequação operacional e tecnológica das instituições, a ANBIMA estendeu o prazo da ampliação dos procedimentos de API (Análise de Perfil do Investidor) para os produtos de investimento distribuídos no Varejo, conforme divulgou em circular no dia 2 de julho.
Desta forma, as instituições terão até o dia 31 de março de 2013 para iniciarem a verificação da adequação dos produtos ao perfil do cliente nas aplicações do cliente em fundos de investimento (ICVM 409 e estruturados), bem como nos produtos de tesouraria e de corretora. Os prazos anteriores dispostos na circular 44, enviada em julho de 2011, deixam de ter validade.
Desde janeiro de 2010, as práticas de API são adotadas no Varejo para os investidores que adquirem cotas de fundos de ações, multimercados e renda fixa com crédito privado.
Diretor do Banco Central participa de reunião do Comitê de Acompanhamento Macroeconômico
- 29/06/2012
O diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos (Direx) e de Regulação do Sistema Financeiro (Dinor) do Banco Central, Luiz Awazu, participou de reunião extraordinária do Comitê de Acompanhamento Macroeconômico, no dia 26 de junho.
No encontro, Awazu analisou as perspectivas da economia doméstica no médio e longo prazo diante das restrições do cenário internacional e esclareceu dúvidas dos representantes do Comitê.
Além do diretor, participou da reunião o chefe do Departamento de Normas, Sérgio Odilon. Por parte da Associação, estavam o diretor da ANBIMA e também diretor de ligação do comitê, Luiz Fernando Figueiredo, o presidente e o vice-presidente do organismo, Marcelo Carvalho e Fernando Honorato.
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