quarta-feira, 29 de agosto de 2012

9 atitudes que motivam os funcionários mais que dinheiro


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      28/08/2012 00:33
A jornalista Ilya Pozin, da revista Time, lista nove maneiras simples de motivar a equipe sem precisar recorrer a um aumento
9 atitudes que motivam os funcionários mais que dinheiro
A habilidade de motivar uma equipe é uma das grandes qualidades de um empreendedor. É o que diz a jornalista Ilya Pozin na revista Time. Em seu artigo, ela lista nove maneiras de restaurar a liderança e criar uma equipe mais comprometida. No texto, é lembrado que um funcionário não é motivado apenas por dinheiro, mas também, entre outras coisas, por um ambiente de trabalho agradável, no qual o líder valoriza a opinião de cada um.
Conheça as dicas de Ilya Pozin:
1. Seja generoso na hora de elogiar
O elogio é algo que todos querem receber, além de ser fácil de dar. O reconhecimento de um CEO vai mais longe do que se imagina. Enalteça as contribuições que cada funcionário oferece e observe sua equipe se esforçar para receber ainda mais.
2. Livre-se dos gerentes
Remover a função do supervisor e passar esse "poder" ao time de funcionários cria um estímulo para que eles trabalhem melhor em equipe, já que eles não precisarão entregar relatórios de desempenho individuais. Além disso, as pessoas não sentirão que estão em níveis de importância diferentes dentro da empresa.
3. Faça das suas ideias as ideias deles
Em vez de distribuir ordens, que tal fazer com que os funcionários sintam como se eles estivessem dando ideias? Frases como: "Eu gostaria que você fizesse assim" se transformariam em "Você acha que é uma boa ideia se fizermos assim?".
4. Evite criticar ou corrigir
Ninguém gosta de saber que está errado. Se você está procurando um desmotivador, eis aqui ele. Tente uma abordagem indireta para estimular as pessoas, e lembre-se que as pessoas precisam aprender com os próprios erros.
5. Dê liderança aos funcionários
Destaque o funcionário que tiverem melhor desempenho e seus pontos fortes, faça dessa pessoa um exemplo para os outros. Levante a moral dela e lhe dê um pouco de liderança, que isso motivará os outros.
6. Leve seus funcionários para almoçar de surpresa
Em um dia aparentemente comum, leve seus funcionários para almoçar. É um pequeno gesto que fará com que eles saibam que você reconhece o trabalho e esforço deles.
7. Dê reconhecimento e pequenas recompensas
Além de elogiar o trabalho, tente recompensar a equipe e crie pequenos desafios internos. Crie metas e as coloque em um quadro onde todos possam ver. Aos que se destacarem, ofereça um jantar ou um presente.
8. Realize festas na companhia
Organize festinhas de aniversário, estimule um happy hour, não espere por datas especiais.
9. Divida o sucesso e os maus momentos
Quando a companhia estiver indo bem, celebre. Isto fará com que o funcionário saiba que você é grato pelo esforço dele. Mas quando existirem desapontamentos, divida-os também. Sua equipe merece transparência e honestidade.

Fonte: Portal Administradores


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Mulheres: como gerir a relação carreira x família


— registrado em: 

      28/08/2012 01:20
Especialista em comportamento humano dá dicas para as mulheres que enfrentam a árdua tarefa de equilibrar as jornadas dentro e fora do escritório
Mulheres: como gerir a relação carreira x família
As mulheres, apesar de conquistarem cargos cada vez mais altos e serem maioria nas universidades, muitas vezes enfrentam um grande desafio: equilibrar a vida pessoal e a profissional. Quando a carreira vai bem, não é raro o lado familiar entrar em desarmonia.
Pensando nisso, Eduardo Shinyashiki, especialista em comportamento humano e no desenvolvimento da liderança, elaborou quatro dicas fundamentais para que as mães consigam manter o padrão de sucesso no trabalho e dar a atenção necessária à família e às questões pessoais.
Administrar bem o tempo: Isso significa dosar bem as energias e o tempo dedicados às prioridades da vida da pessoa e dos assuntos profissionais, manter o foco no que é essencial dentro do ambiente de trabalho e, ao chegar em casa, lembrar que os filhos e o marido, ou seja, a família em geral, também precisam de atenção e dedicação.
Compartilhar ambições, objetivos e desafios: Encontrar o justo equilíbrio entre a carreira e a família significa aprender ir em direção às ambições profissionais sem que isso seja um obstáculo para o bem-estar de todos em casa. Compartilhar os projetos de trabalho, comunicando e dividindo antes as metas e sonhos profissionais, permite que a família participe e não se sinta excluída. A comunicação é uma das ferramentas mais importantes no equilíbrio da gestão familiar.
Entender quais são suas prioridades: A administração do tempo não é algo que tem a ver com a quantidade de horas à sua disposição especificamente, mas depende das nossas escolhas, do jeito como utilizamos nossos recursos, em que vamos direcionar a nossa energia, foco e entusiasmo. Estar em equilíbrio e administrar o próprio tempo e prioridades significa tomar decisões claras e em harmonia com o que é importante e essencial para nós. Antes de pegar a agenda para organizar as tarefas, dedique alguns minutos para refletir e responder a algumas questões como: "O que é realmente importante para mim?", "O que me faz feliz e satisfeita?", "O que quero nos próximos anos?", "Quais os objetivos mais importantes para mim?". Uma adequada organização da agenda e do tempo começa com uma profunda análise dos próprios valores, objetivos e prioridades. Esse processo reflete positivamente no ambiente da casa.
Empatia e amor: A construção da realidade familiar é diária. É importante se colocar no lugar do outro e ver a realidade com os seus olhos. É fundamental cuidar da família como um ser vivo, que precisa de atenção, dedicação e amor para sobreviver de forma saudável e não se perder na solidão emocional. No exemplo e na coerência de nós adultos, os nossos filhos se espelham, constroem o caráter, a identidade e a relação com a vida.

Fonte: Portal Administradores

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

7 lições da infância para quem deseja ter sucesso empreendendo


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      27/08/2012 01:30
Vamos ver algumas características do tempo em que éramos crianças que podem nos ajudar no desenvolvimento de bons negócios
7 lições da infância para quem deseja ter sucesso empreendendo
Você se lembra de como era quando criança? Não, né? Faz tempo que a vida ficou difícil, as responsabilidades vieram e você perdeu parte dessa criança que existia em você. Mas sempre em meus textos, e em meu livro, gosto de falar das crianças para exemplificar o empreendedor de sucesso. Vamos ver algumas características que devemos resgatar de nossa infância se quisermos ser empreendedores ou intraempreendedores de sucesso. Um vendedor de soluções, um empreendedor de vendas, ou seja, uma pessoa que acredita que é capaz, com sua atitude, mudar o futuro que se apresenta.
1º Buscava o que desejava (aprendizado, estudo e treinamento)
Quando você era criança, buscava aquilo que tinha vontade. Mesmo sem ter os recursos necessários, como falar e andar, você dava um jeito, buscava uma forma de fazer-se entender e conquistar o desejo. Analisava as possibilidades, estudava os pontos e treinava até conseguir. Busque seu propósito, não desista.
2º Interesse (foco e prioridade)
Você tinha uma forma especial de interesse. O mundo podia estar pegando fogo ao seu redor, mas você focava no objeto de seu interesse. Você não tentava fazer tudo, pois, naquele momento, o mais importante era o que você estava fazendo (naquele exato momento, o mundo era aquele momento). O restante ficava para outro momento. E empreendedor tem que ser assim, uma coisa de cada vez e cada coisa tem sua prioridade.
3º Curiosidade pelo entorno (pesquisa de mercado e de satisfação)
Quando se deparava com algo desconhecido ou com outra pessoa, você tinha verdadeiro interesse, estudava e analisava aquela pessoa. Você não analisava nada com segundas e terceiras intenções, mas sim procurando algo entre vocês que pudesse ser compartilhado. Um brinquedo ou uma brincadeira. Você queria sempre somar, nunca diminuir. Quanto ao brinquedo, nem se fala, você talvez o desmontasse para entender como ele funcionava.
Você realmente se interessa pelos outros? Você conhece as pessoas do seu negócio? Você já desmontou (simbolicamente) seu negócio para entender melhor como ele funciona? Ou como poderia funcionar melhor?
4º Insistência (persistência)
Você não desistia com facilidade, não mesmo. Tentava, tentava e tentava. Mesmo quando tomava alguns tombos, você batia as mãos, levantava a cabeça e continuava. As vezes você até bufava de raiva ou chorava, mas sempre tentava novamente. E agora? O medo de cair está te parando?
5º Buscava os porquês (entendimento)
Você perguntava sobre as coisas até esgotar todas as perguntas. Era chato até, mas às vezes é preciso. Essa característica não deixava que você, por vergonha de parecer bobo ou inocente, não perguntasse as coisas. E agora, quantas vezes você deixa de perguntar algo para não parecer desconhecedor de algo? Como você pode oferecer soluções de qualidade aos seus clientes, sem conhecer todos os porquês deles?
6º Otimista (entusiasta)
Você acreditava sempre nas coisas, não sabia o que era pessimismo. Isso fazia com que você seguisse em frente sem muito tempo para reclamar. Além do mais você era um entusiasta, fazia com que as pessoas vibrassem com seu interesse pelo que você estava fazendo naquele momento. E agora, você consegue entusiasmar as pessoas quando fala de seus empreendimentos?
7º Desconhecido (inovar e diferenciar)
Você acreditava no impossível, o desconhecido não te assustava. Pelo contrário, o desconhecido te atraía. Você entrava literalmente de cabeça nas coisas. Só é possível inovar e diferenciar se você encarar o desconhecido, tentar novas formas e acreditar que é possível fazer melhor as coisas.
Ser empreendedor é isso. É ser um mestre no recomeçar. Um empreendimento que nasce é uma criança corporativa.

Fonte: Portal Administradores (Ricardo Veríssimo)

As horas custam a passar? Veja como ter um ótimo dia de trabalho


— registrado em: 

      27/08/2012 02:12
Cultivar certos hábitos e descartar outros é muito importante para conseguir manter o bem-estar e evitar o estresse. Saiba como chegar lá
As horas custam a passar? Veja como ter um ótimo dia de trabalho
Sua postura durante o expediente de trabalho e a mentalidade com a qual encara suas atividades fazem toda a diferença no final do dia. Cultivar certos hábitos e descartar outros é muito importante para conseguir manter o bem-estar e evitar o estresse. Confira 10 dicas para seu comportamento diário que podem garantir um ótimo dia de trabalho, mesmo que você ache isso impossível:

1. Comece com 15 minutos de meditação
É muito mais fácil manter uma atitude positiva se você tem um “armazém” de pensamentos bons que pode acessar quando seu dia não estiver particularmente agradável. Comece todos os dias com uma meditação de gratidão e reflexão pelas conquistas e aspectos bons da sua vida. Você pode fazer isso com um livro, músicas ou outros recursos de sua preferência.

2. Alinhe seu trabalho com seus objetivos de vida
Lembre-se sempre de que há razões mais profundas para ir ao trabalho. Elas podem ser sua família, ajudar seus clientes ou fazer a diferença. Seja qual for, você deve ter uma motivação mais profunda do que a simples remuneração.
3. Use seu tempo de locomoção
A maioria das pessoas usa o tempo de locomoção de ida e volta do trabalho para ouvir notícias, ler e-mails, fazer ligações ou trocar mensagens. Mas se você refletir por um tempo irá perceber que esse período seria perfeito para que você se prepare para o dia. Ouça músicas que motivem, inspirem e coloquem você no humor certo para ir para o escritório.
4. Sorria
Se não conseguir sorrir, pelo menos tente suavizar as rugas de preocupação entre os olhos ou evitar franzir a testa. Esse tipo de tensão contribui para o estresse e ansiedade e não ajuda você a relaxar. Descubra os benefícios de sorrir e não deixe que uma cara feia espante seus clientes.
5. Espalhe bom humor
Quando as pessoas cumprimentarem você, não dê respostas neutras ou negativas, como “ok” ou “mais ou menos”. Pelo contrário, ofereça respostas entusiásticas e bem humoradas que ajudam a espalhar o bom humor entre seus colegas de trabalho e clientes.
6. Faça o mais importante primeiro
É comum que os profissionais reclamem do tanto de coisas que têm para fazer em pouco tempo, porém poucos fazem alguma coisa sobre isso. Lembre-se de que o mais importante é o que produz mais resultados e diferenças, por isso foque-se nas prioridades e elimine o que é urgente antes de qualquer outra tarefa.
7. Evite pessoas negativas
Quando você assume a postura das dicas acima irá perceber que as pessoas negativas irão evitá-lo e as positivas irão se aproximar de você. É claro que não é possível evitar todos os indivíduos amargurados e negativos, mas naquilo que está em seu alcance procure desviar-se do caminho dessas pessoas.
8. Não exagere nas horas extras
Trabalhar além de seu expediente normal pode acontecer, mas é importante que você evite esse tipo de situação. Além de deixá-lo mais cansado e esgotado, você vai identificar que as horas produtivas normalmente ocorrem quando você não é obrigado a ultrapassar seu horário no escritório.
9. Relaxe
Uma vez que seu expediente tenha chegado ao fim é importante que você aproveite suas horas de descanso com atividades que relaxam e trazem alegria.
10. Termine com 15 minutos de meditação
Não importa quão difícil tenha sido seu dia de trabalho, termine da mesma forma como começou: com 15 minutos de meditação, em que você pode pensar em coisas para se sentir agradecido. Se estiver com dificuldades, você pode fazer uma lista ou balança de todas as coisas positivas e negativas, em um processo de reflexão e reciclagem dos seus pensamentos.

Fonte: Universia

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O que uma colmeia tem a ver com Gestão do Conhecimento?


— registrado em: 

      20/08/2012 01:44
Carlos Legal faz analogia entre o trabalho organizado das abelhas e a forma como líderes devem trabalhar o capital intelectual das empresas
O que uma colmeia tem a ver com Gestão do Conhecimento?
Após minha participação no Encontro Sul Americano de Recursos Humanos (ESARH), já relaxando na sauna do hotel, iniciava-se na cidade o XIX Congresso Brasileiro de Apicultura. E numa conversa de sauna com um apicultor que compartilhava aquele espaço comigo e meu sócio, tive a informação de que as abelhas são uma das comunidades mais organizadas na natureza. Mas o que me deixou mesmo impressionado foi saber que o produto mais nobre da colmeia – a geleia real – é produzido por uma glândula localizada na cabeça das abelhas operárias, sendo o alimento da abelha rainha por toda sua vida. Soube também que as abelhas operárias apesar de serem fêmeas, são estéreis, sendo uma prerrogativa e única função da rainha a reprodução da colmeia.

Esse diálogo me fez lembrar duas coisas notáveis: o trabalho de Janine Benyus, consultora em inovação que se inspira no Biomimetismo (área da ciência que tem por objetivo o estudo das estruturas biológicas e das suas funções, procurando aprender com a natureza suas estratégias e soluções); e a ótima palestra de Mário Sergio Cortella que, no mesmo ESARH, explicou o mito grego de Maia, deusa da fecundidade e da energia vital, cujo nome significa literalmente “pequena mãe”.

A palavra Maia dá origem ao termo “maiêutica” (de Sócrates) que sabemos ser a base da metodologia de coaching. Tanto o coach quanto o líder tem a função de fecundar, germinar, promover, polinizar, fertilizar. Aquela conversa me gerou uma instigante curiosidade e entusiasmo pelas abelhas e quase que automaticamente comecei a fazer uma analogia com o ambiente corporativo e a gestão do conhecimento. Em minha posterior pesquisa (consegui um exemplar de um livro raro, que “devorei” em apenas um dia), descobri que uma colmeia, composta por cerca de 90 mil indivíduos, funciona como se fosse um único organismo em que cada abelha atua como uma célula num corpo, servindo o todo num impressionante senso de serviço.

E as analogias não param por aí:

Sobre a função do conhecimento

Na colmeia, as abelhas interagem por meio de uma complexa comunicação e a ação de cada abelha serve a um propósito comum que é buscar, criar, disseminar, utilizar e transformar matéria-prima (néctar, pólen, própolis, água) em produtos úteis para comunidade, garantindo a sua manutenção e sobrevivência. Na empresa, os talentos buscam, criam, disseminam, utilizam e transformam informações em conhecimentos uteis para a empresa para garantir sua sustentabilidade e capacidade de inovação. Isso só é possível se os talentos tiverem um forte senso de identidade com a organização a que servem, com orgulho de pertencer a ela.

Sobre o conhecimento em si

Na colmeia, as abelhas jovens produzem a geleia real por uma glândula localizada em sua cabeça, alimento nobre, que nutre a rainha por todo seu ciclo de vida. Na empresa, os talentos disponibilizam seus conhecimentos tácitos (que estão em suas cabeças) para nutrir o grupo, o líder e a organização em seu intento estratégico.

Sobre a liderança

A única função da rainha é produzir filhos (germinar, fecundar, fertilizar). Quando uma rainha não cumpre seu papel ela é substituída pelas operárias (é a comunidade quem comanda e não a rainha). Nas empresas, a função do líder é nutrir e fertilizar os talentos e os acionistas. O líder que não desenvolve, não germina, não cumpre sua função essencial, perde legitimidade e credibilidade, sendo substituído cedo ou tarde. A liderança que fomenta e estimula o processo de aprendizagem organizacional é um líder polinizador da criatividade e da inovação.

Sobre a utilização do conhecimento

Cada produto colhido ou produzido tem uma função para a colmeia. Nada é desperdiçado. As abelhas armazenam seus produtos em formas hexagonais para otimizar ao máximo o espaço na colmeia. Cada conhecimento tem uma relevância e função estratégica para a organização, devendo ser armazenado apropriadamente (sistemas de informação, banco de dados, processos internos, manuais, etc.) e com livre acesso pelos talentos, para ser usado quando oportuno.

Sobre o contexto capacitante

Há uma interação muito estreita entre a colmeia e o ambiente. Para que a vida da colmeia seja garantida é preciso um contexto que capacite a vida, assim como uma atuação sábia do apicultor para perceber e respeitar os ritmos, as necessidades, o clima e os ciclos das colmeia e assim conseguir alta produtividade. A ganância do apicultor pode destruir a colmeia. A empresa deve garantir um contexto capacitante para que o conhecimento possa fluir. Um bom clima organizacional, onde as pessoas se sintam seguras, encorajadas, reconhecidas e amparadas e donas do processo. Isso é viabilizado por um estilo de gestão que possibilita o desenvolvimento do potencial criativo de todos os talentos, num ambiente de confiança mútua, autonomia e políticas coerentes.

Sobre estratégia

O intento de cada abelha, assim como o da colmeia, é prosperar a vida. O foco central não está num ganho imediato, ou individual, utilizando os recursos naturais, sem destruir a natureza, pois instintivamente sabe que “está nela”, que precisa dela para continuar produzindo e vivendo. Sustentabilidade faz parte de sua estratégia, pois retira da flor só o que precisa e quanto mais trabalha, mais contribui para a polinização, garantindo recursos no futuro. Na empresa, o foco central deve estar na estratégia e no valor de seu capital intelectual e não na perspectiva de um lucro imediato. A sustentabilidade deve ser incorporada nas estratégias empresariais, não como retórica, mas como um compromisso genuíno com a vida, com as gerações futuras e com a felicidade no presente. O conhecimento, quanto mais circular, mas se multiplica.

Concordando ou não com minhas reflexões, uma coisa é certa: a natureza é uma impressionante professora de 5 bilhões de anos, com modelos testados, aprovados e melhorados que nos convida sem imposições a ajustar as lentes de nossa percepção para um olhar mais atento das complexidades a nossa volta. E uma característica notável da Sociedade do Conhecimento é que para aprender, não precisamos ser ensinados. Basta apenas fazer como as abelhas, colher e digerir o conhecimento, dando função a ele.

Carlos Legal é graduado em administração de empresas com pós-graduação em gestão estratégica do conhecimento e da inovação. Empresário, consultor organizacional e palestrante. Professor convidado de cursos de pós-graduação. Sócio-fundador da Legalas Educação e Qualidade de Vida.


Fonte: Portal HSM

domingo, 19 de agosto de 2012

5 dicas para aliviar o estresse rapidamente no trabalho


— registrado em: 

      07/08/2012 05:38
Alguns exercícios podem ajudar você a aliviar o estresse rapidamente, mesmo se estiver sentado na cadeira no escritório. Confira as dicas
5 dicas para aliviar o estresse rapidamente no trabalho
O estresse excessivo pode atrapalhar, e muito, o seu trabalho. Além de prejudicar o equilíbrio emocional e concentração, ele afeta outras áreas do seu corpo como a imunidade a doenças virais e a qualidade do sono, por exemplo. Administrar a tensão não é apenas importante, mas sim essencial se você deseja realizar bem seu trabalho e equilibrar as áreas da vida, pessoal e profissional. Para ajudar você nesse desafio, separamos alguns exercícios muito eficientes que podem ser feitos na cadeira do escritório em apenas alguns minutos.

Confira cinco exercícios para aliviar o estresse rapidamente no trabalho:

Quando estiver se sentindo agitado

Livre-se da tensão e agitação da seguinte forma: escolha um local com mais espaço aonde você possa se movimentar. Dê quatro passos largos enquanto inspira o ar lentamente, depois expire todo o ar enquanto dá outros quatro passos. Repita isso por pelo menos três minutos, quanto mais tempo melhores os resultados.

Quando você precisa de um momento sozinho..

Depois de uma reunião ou telefonema estressante tudo o que você precisa é de um momento sozinho para equilibrar novamente sua mente e corpo. Sente-se no chão em uma posição confortável e alinhe a coluna corretamente. Olhe para o ponteiro dos segundos de um relógio; inspire por três segundo e expire lentamente durante outros três. Repita essa atividade por pelo menos três minutos.

O exercício do gato

Sente-se de forma ereta em uma cadeira e coloque as duas plantas dos pés no chão. Depois, coloque as duas mãos do joelho e "dobre" as costas com a barriga para dentro, formando uma forma côncava com a coluna. Expire enquanto acha a posição. Solte todo o ar e depois, lentamente, inspire colocando a coluna na direção oposta, ainda com as mãos no joelho. Repita cinco vezes.

De um lado para o outro

Ainda sentado, inspire o ar e levante os braços, esticando-os o máximo que conseguir. Mova-se para a direita enquanto expira. Para voltar ao centro, inspire novamente. Depois, expire enquanto move-se para a esquerda. Repita cinco vezes.

Twist

Sentado e com os braços flexionados na altura na cintura, expire e gire o tronco para a direita. Inspire novamente para voltar ao centro e depois gire expirando para a esquerda. Repita cinco vezes.


Fonte: Universia Brasil

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Conheça 7 novas profissões que estão em alta no mercado de trabalho


Pesquisa da Michael Page aponta as carreiras que são destaque no mercado, inclusive no Brasil

Por Redação Administradores, www.administradores.com


Com o objetivo de entender as adaptações sofridas pelo mercado diante das variações da economia, a consultoria Michael Page realizou uma pesquisa em cinco países (Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França e Brasil) que mostra as atividades que nasceram a partir das necessidades desse mercado que muda constantamente.
"São profissões muito especializadas, que atendem a demandas atuais e futuras. A perspectiva para os próximos anos é de ampliação no campo de trabalho desses cargos", diz Paulo Pontes, presidente da Michael Page no Brasil.
Veja os sete novos profissionais que, de acordo com a parte brasileira da pesquisa, se destacam nas empresas atualmente: 
Imagem: Thinkstock


Gerente de treinamento do Varejo

O que faz: treina os funcionários de cada ponto de venda da empresa. Antes, o costume era que a empresa adotasse um treinamento-padrão para todos os funcionários que lidam com o público; hoje, considera-se mais produtivo contar com profissionais que elaboram programas específicos conforme as características dos consumidores locais. 
Formação: administração de empresas, recursos humanos e psicologia.
Quem contrata: empresas do setor de varejo.
Salário médio: 8 mil a 12 mil reais.

Gerente de Identidade Visual

O que faz: em redes varejistas, é encarregado de talhar cada ponto de venda ao perfil do público que o frequenta. Ele define, por exemplo, a linha de produtos que deve ganhar destaque em determinada loja, a maneira como seus vendedores devem abordar a freguesia e as ações promocionais mais proveitosas. Deve, enfim, cunhar uma identidade para a loja ao mesmo tempo em que cuida para que ela não se sobreponha à imagem da marca nem entre em choque com ela.
Formação: publicidade e propaganda, marketing e administração, com experiência em varejo.
Quem contrata: empresas do setor de varejo, em especial no segmento de luxo.
Salário médio: 8 mil a 12 mil reais.

Gerente de comunidade

O que faz: atua diretamente na comunicação com o consumidor por meio de redes sociais, blogs e fóruns on-line. É responsável, por exemplo, por impedir que as reclamações sobre um produto ou serviço de sua empresa divulgadas no Twitter ou no Facebook se transfo rmem em virais negativos na internet.
Formação: marketing e publicidade e propaganda.
Quem contrata: agências de comunicação e empresas que atuam nas redes sociais.
Salário médio: 7 mil a 10 mil reais

Gestor de reestruturação

O que faz: nos bancos, gerencia a carteira de clientes endividados, que abrange as empresas em dificuldades decorrentes, principalmente, da crise econômica de 2008. Embora grande parte dos gestores de reestruturação atue no setor bancário, há profissionais também dentro das companhias, com a missão de colocar a situação financeira da empresa nos eixos.
Formação: gestão e administração de empresas, economia e engenharia, com pós-graduação em finanças e experiência comprovada em áreas de risco de crédito.
Quem contrata: instituições financeiras e empresas de grande porte do setor privado.
Salário médio: 14 mil a 24 mil reais

Gerente de projetos

O que faz: joga no meio de campo entre o departamento de TI e as demais áreas da empresa. Por um lado, ele leva as necessidades dos diferentes departamentos da companhia aos técnicos de sistemas da informação. No caminho inverso, aponta aos funcionários as limitações dos recursos de TI. Como ele dialoga com grupos que muitas vezes não se entendem — tecniquês e juridiquês, por exemplo, são dois idiomas distintos —, a capacidade de comunicação é a sua principal característica.
Formação: engenharia e informática.
Quem contrata: médias e grandes empresas de todos os segmentos.
Salário médio: 12 mil a 20 mil reais.

Gerente de relações governamentais

O que faz: é o interlocutor da empresa junto a órgãos governamentais e agências reguladoras, como Anatel e Aneel. Sua área de atuação é vasta: inclui desde questões legais até assuntos socioambientais. Por isso, o cargo exige um profissional que tenha grande capacidade de comunicação e, ao mesmo tempo, muito conhecimento e aptidão para os meandros da burocracia — uma combinação difícil, que, quando preenchida com eficiência, pode levar aos mais altos salários entre aqueles oferecidos por essas novas profissões.
Formação: comunicação, direito, administração de empresas, relações internacionais ou ciências sociais, de acordo com a área de atuação da companhia.
Quem contrata: empresas de grande porte, principalmente aquelas sob a supervisão de órgãos reguladores.
Salário médio: 12 mil a 45 mil reais

Gerente de marketing online

O que faz: elabora a estratégia de marketing de uma empresa nas mídias sociais, como Twitter e Facebook, de acordo com o público específico que se quer atingir e a rede social que se deve utilizar. Na Europa e nos Estados Unidos, os profissionais desse ramo já contam com experiência de até dez anos no currículo. No Brasil, o marketing on-line só agora começa a se expandir — daí a carênciade profissionais experientes nessa área.
Formação: publicidade, propaganda e marketing.
Quem contrata: agências de comunicação e empresas que atuam nas redes sociais
Salário médio: 8 mil a 15 mil reais 
Artigo retirado na integra do site Administradores.com