sábado, 17 de novembro de 2012

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área

Apresentar um desempenho elevado pode parecer muito difícil, mas é uma tarefa que pode ser realizada por meio de questões simples. Saiba o que você deve perguntar para melhorar seus resultados

(Crédito: Shutterstock.com)

Perguntar pode ser um problema para muitas pessoas, seja por medo de fazer uma pergunta boba ou de receber uma resposta atravessada. No entanto, a única pergunta boba é aquela que não foi feita. Ter receio de perguntar pode destruir as suas chances de desempenho. Confira como perguntar pode melhorar os seus resultados em qualquer área da sua vida.




10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 1. Por que eu estou fazendo isso?

Para começar, é fundamental que você entenda as razões por trás daquilo que está fazendo. É essencial que você saiba perfeitamente por quais motivos está realizando aquela ação, seja para alcançar um objetivo, concluir uma tarefa ou projeto ou mesmo mudar um hábito. “Por que eu estou fazendo isso?” deve ser a primeira questão e deve ser feita para si mesmo. Entender as razões por trás das suas ações é um ótimo motivador.

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 2. Qual é o resultado desejado?

Sem conhecer com clareza o que você deseja conquistar, será impossível planejar as estratégiasnecessárias para conquistar o sucesso. Identifique o que você está tentando alcançar e saiba exatamente de que maneira pretende fazer isso. Clareza é o segredo. Defina objetivos concretos, alvos vagos raramente são atingidos.

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 3. Qual é o prazo disponível?

Saiba quando a sua tarefa deve ser concluída. Esteja atento a todas as fases do processo e saiba quanto tempo você tem disponível para dedicar a cada uma delas. Se você sabe quanto tempo tem para trabalhar pode planejar com mais tranquilidade.

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 4. Qual o meu papel?

Saber qual a sua parte no processo é fundamental para apresentar o desempenho necessário. Entenda em qual parte do processo você se encaixa, identifique se você é um líder ou parte da equipe de execução, se faz parte da pesquisa ou da parte prática, se coordena ou planeja as fases do projeto. Entender esse tipo de detalhe pode ajudar a alinhar suas ações.

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 5. Quem é o responsável pelo projeto?

Pode parecer desnecessário saber quem se responsabiliza pelo projeto, mas isso se relaciona com o seu papel específico, porém, de uma maneira mais tangível. Descubra sobre quais tarefas você é pessoalmente responsável e conheça cada uma das pessoas responsáveis pelas outras áreas.
  

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 6. Existe alguma maneira de mensurar meu desempenho?

Estabeleça uma maneira de medir o seu sucesso, assim seu progresso vai tomar proporções visíveis. Se as métricas são determinadas por outras pessoas, conheça os meios para determinar seus resultados, entenda como o sistema funciona.

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 7. Quais são os possíveis obstáculos?

Não se engane acreditando que todo o seu projeto acontecerá de maneira perfeita. Problemas e obstáculos surgirão ao longo do desenvolvimento da tarefa, mas você pode antecipá-los para lidar com eles de maneira mais tranquila. Identifique os pontos falhos do seu projeto, esteja preparado para qualquer tipo de problema. Não seja pego de surpresa, isso atrasa o andamento do projeto.

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 8. Quais são os recursos disponíveis?

Esteja ciente de todas as ferramentas disponíveis para ajudar na execução do seu projeto. Saiba quantas pessoas estão envolvidas no projeto, quais são as habilidades necessárias para desenvolvê-lo e conte, inclusive, os recursos externos. Descubra qual o valor disponível para realização das tarefas e qualquer outro tipo de recurso, como computadores e afins.

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 9. Quão importante é isso?

A importância de qualquer objetivo ou projeto determina quanta atenção e esforço você vai dedicar àquilo. Coisas mais importantes são consideradas prioridade, enquanto as tarefas mais básicas tendem a ficar em segundo plano. Se você sabe exatamente o que aquele projeto significa, vai saber quanta atenção deve dedicar a ele.

10 questões que vão melhorar seus resultados em qualquer área: 10. O que eu posso fazer para ser mais eficaz?

Desenvolva estratégias que ajudem você a ser mais eficiente e produtivo. Busque técnicas capazes de melhorar a qualidade do seu trabalho, seja mais organizado e consciente da sua tarefa.



http://noticias.universia.com.br/atualidade/noticia/2012/11/12/981396/10-questes-vo-melhorar-seus-resultados-em-qualquer-area.html



Psicóloga ensina como lidar com a arrogância dos colegas de trabalho


Você tem um chefe ou colega de trabalho arrogante e prepotente? Conheça os mecanismos inconscientes da arrogância e aprenda a lidar com eles.

Por Meiry Kamia, Administradores.com

A arrogância vem do orgulho exacerbado, que é observada por meio da altivez no trato com as pessoas. Normalmente o olhar e o tom de voz denunciam a arrogância. Já o prepotente é aquele que se utiliza do poder para se sobressair ou para fazer valer a sua vontade. Mas tanto a arrogância quanto a prepotência podem ter a mesma origem: baixa estima. A autoestima é formada pela autoconsciência (conhecimento de si mesmo), autoconfiança, autorrespeito e amor próprio.

Todos nós temos uma imagem real (o que realmente somos) e uma imagem idealizada (o que gostaríamos de ser). A pessoa orgulhosa demais acaba se apegando na imagem que ela "gostaria de ser" e não na que "realmente é". Talvez porque o que ela realmente é seja algo ruim para ela. Algumas experiências passadas podem ter deixado marcas negativas em sua autoestima, de modo que ela duvida de si mesma, de seu potencial, de sua inteligência e de sua beleza. 
A baixa estima causa sentimentos de menos valia, rejeição, tristeza e angústia, e como é muito ruim lidar com tudo isso, por uma defesa inconsciente, a pessoa se apega à imagem que ela gostaria de ser - alguém melhor, mais sábio e mais inteligente. A arrogância afasta as pessoas, mas para quem tem baixa estima, esse distanciamento é considerado positivo porque traz a ilusão de que, à distân cia, as pessoas não verão o que ela tanto esconde: ela mesma.
Imagem: Shutterstock

O medo explica a forma rude que, muitas vezes, o arrogante trata as pessoas. O arrogante só está tentando se defender das próprias fantasias inconscientes e, em muitos casos, a melhor defesa é o ataque. Ao atacar ele só quer se certificar de que as pessoas realmente se manterão à distância, evitando assim o "desmascaramento".
Não é à toa que a arrogância, vem acompanhada da prepotência, porque o inseguro precisa muito se proteger. Aliás, ele passa a maior parte do tempo pensando em como proteger a imagem criada, a manter as pessoas à distância de forma a não ser desmascarado, e confirmar seu poder impondo que as pessoas façam as suas vontades. O poder, nesses casos, é um grande aliado. E, num momento de defesa, "por que não usar o poder?" – pergunta-se o arrogante temeroso.
A dificuldade de lidar com o arrogante ocorre porque ele atinge o nosso próprio orgulho. Sim, só se sente ofendido quem também é orgulhoso, e o orgulhoso é mais propenso ao sentimento de orgulho ferido, é mais melindrado, fica mais chateado, e com mais raiva, do que aquele que possui autoestima equilibrada.

Por isso, seguem algumas dicas para lidar com pessoas arrogantes no trabalho:

1. Mostre que você está lá para ajudá-lo e não para competir;
2. Conquiste a confiança e dê feedbacks sempre que possível: lembre-se que feedback deve ser dado da seguinte forma:

Coloque os pontos positivos

Informe, baseado em fatos observáveis, o comportamento que a pessoa teve e as consequências do mesmo, por exemplo, "o fato de ter chamado a nossa equipe de incompetente durante a reunião, gerou insatisfação geral e isso teve um impacto negativo no nosso rendimento".
3. Observe a si mesmo e suas reações. Se você se sente ofendido com frequência, perceba se você também não está sendo vítima de seu próprio orgulho. A pessoa com autoestima não se ofende com facilidade porque reconhece seu próprio valor e não toma agressões como sendo pessoais.

Após saber lidar com o arrogante, vale algumas dicas para não cair na armadilha da arrogância:

1. Desenvolva a autoconsciência: quanto mais a pessoa se conhece melhor é o ajuste entre a "imagem que gostaria de ser" e "o que você realmente é".
2. Desenvolva a autoconfiança: a confiança em si mesmo é desenvolvida pela coerência entre o que se pensa e fala sobre si mesmo e o que realmente se faz.
Por exemplo, se ser uma pessoa determinada é algo positivo, você deve conseguir enxergar no dia a dia comportamentos que mostrem que você realmente é uma pessoa determinada.
3. Desenvolva o autorrespeito: conhecer as limitações é importante para saber até onde você aguenta determinada situação e se resguardar de um desgaste maior. Também é importante valorizar e respeitar aspectos positivos de si mesmo.
4. Ame a si mesmo: quem não tem amor por si mesmo, dificilmente terá amor para com o outro. Quem cobra muito de si, irá cobrar muito do outro. Aprenda a perdoar a si mesmo, pois assim será mais fácil tolerar e perdoar as dificuldades alheias.
Meiry Kamia - Palestrante, psicóloga, mestre em Administração de Empresas, consultora organizacional. 
Fonte:http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/psicologa-ensina-como-lidar-com-a-arrogancia-dos-colegas-de-trabalho/67352/

sábado, 10 de novembro de 2012

Por que as empresas erram na hora de avaliar os funcionários


— registrado em: 

      08/11/2012 07:33
Page Assessment revela que 80% das companhias avaliam funcionários informalmente no Brasil. E aponta como isso pode atrapalhar o desenvolvimento dos profissionais
Por que as empresas erram na hora de avaliar os funcionários
Todos os meses, praticamente metade das empresas do país avaliam seus funcionários. Mas a maneira como essas avaliações são feitas preocupa: 80% das companhias instaladas no país ainda utilizam métodos informais para avaliar pessoas, desenvolver líderes, reter talentos e planejar sucessão de cargos estratégicos. Isso quer dizer que a meritocracia, na prática, não tenha saído da teoria em algumas delas.
“E isso pode trazer um risco e tanto para as companhias”, defende Roberto Cunha, diretor executivo da Page Assessment, empresa associada ao Page Group especializada em avaliação de talentos e responsável pela pesquisa. O estudo foi feito com 206 diretores e gerentes de companhias de diversos portes instaladas no país, 40% delas nacionais e 60% multinacionais.
De acordo com Cunha, sem uma avaliação bem feita fica impossível qualquer empresa gerenciar corretamente seu capital intelectual. Além do que, a companhia fica mais suscetível a cometer erros na gestão de pessoas, seja com a perda de talentos ou com a promoção de pessoas menos capacitadas para cargos estratégicos.
“Essas ferramentas permitem conclusões mais assertivas e tomada de decisões baseadas em resultados e não em impressões pessoais individualizadas”, explica o consultor. Em outras palavras, criar um método de avaliação baseado em metas claras e diretrizes faz com que um bom funcionário seja reconhecido, mesmo que seu chefe direto não goste dele, nem seja seu amigo.
Essa falta de uma avaliação melhor embasada para capacitar pessoas faz com que o futuro de muitas companhias e de muitas carreiras possa estar em risco, acredita Cunha. Para ele, é preciso que as empresas passem a levar a sério o desafio de gerir e manter pessoas talentosas, ainda mais em um cenário cada vez mais competitivo.
“É preciso identificar os talentos de cada profissional, agrupá-los nas áreas estratégicas da empresa e envolvê-los com a estratégia do grupo por meio de um plano de carreira atrativo”, analisa o executivo.
Veja os principais pontos levantados na pesquisa:
As empresas não avaliam direito porque...
  • Não há histórico dos motivos que levaram funcionários a saírem da empresa
  • Falta inovação nas práticas de Recursos Humanos
  • Investimentos são baixos para a área de gestão de pessoas
  • resultados das ferramentas de avaliação não são analisados
Com a avaliação elas teriam...
  • Mais assertividade nos processos seletivos
  • Eficiência para definir como atrair, reter e treinar
  • Priorização de ações que tragam resultados de curto prazo
  • Dados precisos sobre a equipe para decisões em caso de expansão
  • Meritocracia, além de pessoas mais capacitadas.



Fonte: Exame
http://www2.cfa.org.br/agencia-de-noticias/cfanews/por-que-as-empresas-erram-na-hora-de-avaliar-os-funcionarios 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

As 10 doenças mais comuns no mundo corporativo


— registrado em: 

      01/11/2012 04:45
A operadora de saúde Omint mapeou a saúde de 15 mil executivos e a pesquisa revela quais os problemas de saúde mais frequentes destes profissionais
As 10 doenças mais comuns no mundo corporativo
Rinite, alergia de pele e dor no pescoço. Um destes problemas de saúde já atrapalhou o seu expediente? De acordo com grande parte dos executivos, sim.
Ao avaliar 15 mil deles, uma pesquisa da operadora de saúde Omint mapeou como anda a saúde desses profissionais e quais foram as dez doenças mais comuns no mundo corporativo no ano passado.
De acordo com o resultado, a rinite é a campeã. Quase 30% dos executivos entrevistados citaram o problema, enquanto 22,41% sofrem de alergia de pele, e 19,36% têm dores no pescoço.
A poluição das grandes cidades é a grande vilã do sistema respiratório, diz Caio Soares, diretor médico da Omint e coordenador do estudo. “Em cidades como São Paulo, as doenças respiratórias, como a rinite, são muito frequentes”, diz. Segundo ele, altas temperaturas agravam ainda mais o problema. “Isso porque cresce o número de partículas em suspensão no ar”, diz Soares.
As dores no pescoço e ombros estão relacionadas à tensão, diz o coordenador do estudo. “O estresse leva à contração muscular na região do pescoço e ombros”, explica Soares.
Ele também conta que quando especialistas em ergonomia visitam empresas, o número de correções de postura, posicionamento em relação ao computador, altura da mesa e da cadeira é enorme. “Do presidente à recepcionista, todos têm problemas e muitas correções ergonômicas que precisam ser feitas”, explica.
O dado mais alarmante da pesquisa também está relacionado ao estresse e vem crescendo bastante entre os executivos: a ansiedade, na 6ª posição da lista. Se, em 2009, 14% dos executivos avaliados apresentavam sintomas da doença, em 2011, esse percentual chega a 18,20%.
O sentimento de ansiedade é comum, diz Soares, mas se começa a prejudicar as tarefas do dia a dia passa a ser classificado como doença. “O limite é quando a ansiedade começa a interferir nas atividades profissionais ou pessoais”, diz o médico.
O percentual de executivos atingidos pela ansiedade preocupa, na opinião de Soares. “A ansiedade é a brasa que mantém aceso o fogo de outras doenças”, explica Soares.
Se a ansiedade cresce, por outro lado, a hipertensão tem diminuído. Em 2009, eram 10%. Passaram para 9,07%, em 2010, e agora somam 8,15% do total. O tabagismo também está em queda. Os indicadores de diabetes e colesterol alto seguem estáveis. Atingem 2,3% e 2,04% da população avaliada, respectivamente.
Excesso de Peso
Os quilos a mais continuam a ocupar lugar de destaque no ranking elaborado pela Omint, afetando quase um quinto dos executivos entrevistados. Os indicadores vêm se mantendo estáveis nos últimos 3 anos, mas isso não é bom, segundo o coordenador do estudo. "Não podia estar pior porque os índices estão estáveis, mas lá em cima", diz Soares.
Segundo a pesquisa, 38,6% dos executivos têm Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 25. Dentro desse universo, 18,99% são homens e 11,53%, mulheres.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS,  pode ser considerada obesa uma pessoa que tem IMC acima de 30.
Hábitos não saudáveis
A explicação para o fato de a obesidade ainda assombrar o mundo corporativo está nos hábitos de vida dos executivos.
Isso porque a quase totalidade deles – 95,5% - assume que não tem uma alimentação saudável e quase metade dos executivos é sedentária. Além disso, 31,7% deles estão estressados.
Mas os executivos querem virar o jogo, de acordo com a pesquisa. A inclusão de pelo menos uma atividade física na rotina é objetivo de 37,7% dos executivos entrevistados. A pesquisa também revela que 44% pensam no assunto. Em relação à alimentação, 26,1% disseram que já estão adotando um cardápio mais saudável e 39% estão pensando em fazer isso.
"A intenção é nova e é crescente", diz Soares. Mas. para ele. ainda é cedo para esperar melhora na próxima pesquisa. " O ritmo de vida agitado atual não permite a mudança de hábitos, é difícil", diz.
Ele sugere que os executivos comecem com pequenas mudanças. " Se cortar manteiga da alimentação já diminui o risco de doença cardiovascular em 50% em 10 anos", explica.
Um hábito não saudável que está em queda é o tabagismo. Realizada há 7 anos, a pesquisa da Omint apontava em 2004 cerca de 18% de fumantes entre os executivos. Em diminuição gradual desde então, hoje os fumantes não passam de 12%. E a tendência é de queda ainda mais acentuada. “Entre as mudanças de hábitos, parar de fumar é uma inciativa fundamental para quem almeja vida longa saudável”, diz Soares.
Confira na tabela abaixo as 10 doenças mais comuns no mundo corporativo e o percentual de executivos afetados por elas:
Doenças
2009
2010
2011
1- Rinite
27,72%
28,31%
28,97%
2- Alergia de pele
22,58%
22,32%
22,41%
3- Dor no pescoço/ ombros
20,50%
19,65%
19,36%
4- Excesso de peso
18,59%
18,49%
18,42%
5- Dor de cabeça frequente
16,81%
16,74%
16,50%
6- Ansiedade
14,77%
16,91%
18,19%
7- Asma ou bronquite
13,35%
13,47%
13,47%
8- Insônia
11,64%
11,07%
10,83%
9- Colesterol alto
11,49%
11,58%
11,53%
10- Dor crônica nas costas
9,85%
9,17%
8,52%



Fonte: Exame