quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Opinião - Tudo começa no ouvir

Lá estava eu em um curso de aperfeiçoamento da comunicação. Meu objetivo era aprender técnicas capazes de aperfeiçoar minhas habilidades comunicativas para melhor fazer o meu trabalho. O excelente professor nos trouxe uma visão brilhante da importância de nos comunicar com clareza e relevância. A aula transcorria maravilhosamente bem, e ficou melhor quando entrou em cena um outro professor. Bastaram alguns poucos minutos para perceber que estava diante de uma pessoa fantástica.
Era surdo. Nasceu com uma síndrome raríssima que o lançou num grande silêncio. Nunca ouviu um som sequer. Venceu heroicamente essa natural limitação conseguindo entender através da leitura labial e facial tudo quanto se falava. Deu-nos por quinze minutos um  reve histórico de sua vida. A eloquência, a riqueza do seu vocabulário, a clareza de suas ideias impactaram-me. Abriu seu curto discurso com uma frase que, tenho certeza,  viverá por muito tempo dentro de mim: “Eu sou surdo, mas a maioria das pessoas que conheço não sabe ouvir”.
Ironicamente aquela pessoa surda revelou-se alguém com uma incrível capacidade de ouvir. Como um enorme clarão a iluminar tudo, ficou evidente que uma comunicação bem-sucedida tem início no ato de ouvir bem para então poder se falar bem.
Aperfeiçoar a oratória, perder o medo de falar em público, argumentar de maneira clara, são competências fundamentais a qualquer pessoa na posição de administrador ou líder dentro de uma organização. Isto por si só evitaria enormes problemas de comunicação que, via de regra, são a raiz de tantos conflitos geradores de perda de tempo, dinheiro e eficiência. Porém, melhorar a qualidade da emissão é apenas resolver uma parte do problema.
Na posição de administração de uma
organização você pode ser um chefe ou um líder. Se escolher ser este último, então verá que ouvir bem será a base
de toda a comunicação com o grupo de
pessoas que você dirige rumo aos objetivos
definidos. Afinal, se você tem “ouvidos para ouvir, ouça!”, já dizia o maior líder que eu já conheci.
O receptor também precisa estar preparado para receber a informação qualificada. A sabedoria popular tem razão quando de maneira simples diz: “Para um bom entendedor, meia palavra basta”. Quando é boa a recepção, o emissor nem precisa se esforçar muito com a qualidade daquilo que fala.
Saber ouvir é algo tão ou mais importante do que saber falar. Comunicar-se não é apenas a arte de se expressar, mas a incrível habilidade de ouvir bem. Aguçar a escuta, aprimorar o ouvir é algo mandatório para pessoas na posição de liderança dentro das organizações. Ser um ouvinte competente vai trazer um enorme diferencial para os líderes, pois ouvir seus liderados, clientes, fornecedores e mesmo concorrentes, o colocará numa posição muito privilegiada.
Leia a matéria na íntegra. Assine a RBA ou acesse online.
DR. Eduardo Rosa Pedreira é professor de Sustentabilidade Corporativa da Fundação Getúlio Vargas e coautor do livro “Gestão Sustentável de Negócios”.

fonte: http://www.revistarba.com.br/edicoes/edicao95/opiniao-ganhar-a-vida-e-nao-perder-a-alma

Administrador

Apresentamos o perfil do Administrador tomando como base os resultados da Pesquisa Nacional: Perfil, Formação, Atuação e Oportunidades de Trabalho do Administrador quanto ao seu perfil, realizada no ano de 2011, destacando aspectos pessoais e aspectos da sua posição diante do mercado de trabalho profissional.

PERFIL DO ADMINISTRADOR – PESQUISA CFA - 2011
A MAIORIA
  • É do sexo masculino, casado e com dependentes.
  • Tem idade média de 39,3 anos.
  • É egresso de universidades particulares.
  • Concluiu o curso de Administração entre 2000 e 2011.
  • Possui especialização em alguma área da Administração.
  • Trabalha em empresas de grande porte (serviços e indústria) e órgãos públicos.
  • Atua nas áreas de Administração Geral e Finanças.
  • Possui carteira profissional assinada.
  • Ocupa cargos de gerência.
  • É registrado no CRA.

GÊNERO

O número de Administradoras vem crescendo continuamente. Em 1994, foi de 21%; em 1998, de 25%; em 2003, de 30%; em 2006, de 33% e, na pesquisa atual, de 2011, atingiu 35% (Figura 2).
Em 17 anos, o percentual de Administradoras teve um crescimento em termos percentuais de 67% (35%, em 2011, contra 21%, em 1994).

TEMPO DE FORMADO

Em 2006, 54,59% dos Administradores participantes do trabalho havia se formado nos cinco anos anteriores à pesquisa. Em 2011, 42,40% concluiu sua graduação entre 2006 e 2011, podendo-se perceber que a redução daquele percentual pode representar uma maior distribuição do contingente de novos Administradores.
NATUREZA DAS IES
As instituições de natureza privada prevalecem como formadoras dos Administradores (84,18%).

IDIOMAS

Embora 47,20% dos Administradores tenham informado não dominar nenhum idioma estrangeiro, 42,34% disseram dominar o inglês. A média de idioma estrangeiro dominada pelo conjunto de Administradores pesquisados foi de 0,7.
Entre os Administradores que dominam algum idioma estrangeiro, a maioria deles (35,75%) domina apenas um idioma, 14,28% dominam dois idiomas e, apenas, 2,30% dominam três ou mais idiomas.

EMPREGABILIDADE

O índice dos que declaram possuir carteira profissional assinada aumentou comparativamente aos das pesquisas anteriores (67,87% em 2006 e 78,48% em 2011), conforme mostra a Figura 3.

RENDA INDIVIDUAL

Os dados da pesquisa 2011 revelam um aumento de 10% no registro em carteira em comparação à pesquisa de 2006. Seguindo a mesma tendência de 2006, a concentração de respostas quanto à renda individual mensal do Administrador (43,37%) encontra-se na faixa entre 3,1 e 10,0 salários mínimos (SM) (Figura 4).
A renda média aproximada do Administrador foi de 9,7 SM, calculado mediante os pontos médios e o número de respondentes em cada uma das faixas, equivalente, em abril de 2011, a R$ 6.220,00 (seis mil duzentos e vinte reais).
Considerando o aumento real do SM no período, pode-se inferir que a variação é desprezível. Com relação às faixas salariais de 15,1 e 20 SM e de 20,1 a 25 SM, houve queda com variação de 1% e de 2% respectivamente. Quanto à faixa de mais de 25 SM, houve efetivamente queda de 7%, demonstrando que as empresas estão revendo sua política salarial nesse patamar.

ÁREA FUNCIONAL

As grandes áreas funcionais (Administração Geral, Financeira, Vendas e Recursos Humanos) atingiram 58,82% do total de respondentes em 2011, sendo possível afirmar tratar-se das áreas mais demandadas da Administração.
A Administração Geral em 2011 manteve alto o índice de alocação de Administradores, embora o seu percentual tenha sido reduzido considerando a pesquisa de 2006. Interessante verificar que Recursos Humanos, que vinha decrescendo ano após ano, nesta pesquisa apresentou uma recuperação em relação à de 2006, passando de 6,73% para 9,46%.

CARGOS OCUPADOS

Os Administradores continuam sendo bem aceitos como Gerentes. O cargo de Técnico alcançou um significativo aumento, passando de 3,65% para 6,94%. A ocupação do cargo de Analista por Administradores passou de 12,75%, em 2006, para 19,10%, em 2011, confirmando uma tendência para o aumento desse cargo, tanto no setor público quanto no setor privado. O percentual dos Administradores que se declararam Analistas atuantes no setor público foi de 49,23% e no setor privado foi de 50,77%.
PARA MAIS DETALHES DOS RESULTADOS
DA PESQUISA ACESSE:



Fonte:  http://www.cfa.org.br/administracao/administrador

5 aspectos positivos na carreira da Geração Y

consultor.jpgSaiba como ter nascido a partir da década de 80 pode ter sido um benefício para a sua carreira

Você faz parte da Geração Y? Então saiba como ter nascido a partir da década de 80 pode ter sido um benefício para a sua carreira

Você nasceu entre 1980 e 2000? Então você faz parte da Geração Y, grupo de pessoas que viveram em uma época de grande prosperidade econômica e avanço tecnológico. Os sociólogos ainda estudam quais são as particularidades dessa geração, mas existem algumas vantagens que eles já têm apresentado em suas carreira. Confira quais são:

Tecnologia
Quase toda a Geração Y cresceu em contato com as novas tecnologias: televisões de alta qualidade, câmeras fotográficas e principalmente computadores. O conhecimento em informática é essência para o mercado atual e, com certeza, a Geração Y tem uma grande vantagem em relação às pessoas mais velhas. A naturalidade e rapidez com que os jovens se adaptam às novidades tecnológicas é um grande diferencial nessa geração e essencial para uma carreira de sucesso.

Marketing
Por mais que você não tenha estudado marketing ou propaganda, a Geração Y possui uma grande capacidade de vendas e convencimento. Isso acontece porque os jovens, atualmente, fazem um tipo de marketing muito útil, que é o de si mesmo. Eles conseguem vender uma autoimagem nas redes sociais que, muitas vezes, pode ser completamente diferente da realidade.

Espírito empreendedor
Muitas pessoas acreditam que a busca por imediatismo e recompensas rápidas são as piores características da Geração Y. Entretanto, essa falta de saciedade faz com que os jovens sempre busquem por mais e estejam preparados para tarefas desafiadoras. Essa força de vontade e curiosidade são características que todos os bons funcionários devem ter.

Informações
Por causa do fácil acesso à internet, a Geração Y entra em contato, diariamente, com os mais diversos tipos de informações. Por causa disso, eles podem conversar sobre vários assuntos e entender rapidamente novas coisas. São profissionais multifacetados e conseguem resolver diferentes problemas de forma criativa.

Respeito
As pessoas da Geração Y tendem a ser mais respeitosas com as diferenças culturas, racionais e sociais. Por estar em contato com várias pessoas diferentes, eles aprendem a lidar com isso e entender a diversidade.

 Fonte: Universia Brasil
 http://www.cfa.org.br/servicos/news/cfanews/5-aspectos-positivos-na-carreira-da-geracao-y

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Como um smarthphone pode ajudar na busca de emprego


      30/07/2013 10:58
Se você tem um smartphone, saiba como utilizá-lo em benefício da sua carreira.
Como um smarthphone pode ajudar na busca de emprego
Com tantas inovações tecnológicas, diversas tarefas do dia-a-dia podem ser resolvidas com apenas alguns toques ou cliques, até mesmo encontrar um emprego. Se você tem um smartphone, saiba que ele pode ser mais útil do que você imagina. Sabendo o que fazer, você pode utilizar vários recursos em seu benefício e conseguir a vaga que tanto tem buscado.

Utilize redes sociais para o seu benefício
Se você ainda não organizou seus perfis nas redes sociais para passar uma imagem profissional, não perca tempo. Disponibilize todas as informações necessárias para que as empresas considerem você um candidato em potencial. Com um smartphone, você pode mantê-las sempre atualizadas para que os recrutadores encontrem o que precisam saber sobre você em suas páginas online.

Network
Com um smartphone, você pode trabalhar no seu network com mais facilidade. Conecte-se com as pessoas que têm os mesmos interesses profissionais que os seus e procure informações sobre as empresas da sua área. Faça com que sua presença seja notada por meio de posts interessantes que estejam relacionados com a sua carreira, participe de discussões nos fóruns de sites como LinkedIn e sempre esteja atualizado com o feedback que você receber usando seu smartphone.

Candidate-se para vagas através de sites
Usando um smartphone, você pode se candidatar para vagas em sites de emprego com mais frequência. Configure seu aparelho para que você receba notificações sempre que uma vaga na sua área estiver disponível.

Tenha seu currículo pronto para enviar
Procure por um aplicativo que permita que você salve documentos em seu smartphone. Assim, sempre que for preciso, você terá seu currículo pronto para enviar a qualquer empresa que esteja com vagas disponíveis na sua área de atuação.

Não perca a chance de juntar mais informações
Com um aparelho que você pode levar com você a todos os lugares, você tem chances de sempre juntar mais informações. Pode ser que você esteja caminhando pela rua e encontre um panfleto divulgando uma vaga de emprego ou um evento. Utilizando um smartphone, você pode criar notas e alertas para lembrar de se candidatar a elas quando chegar em casa, ou então mandar seu currículo no mesmo momento.


Fonte: Universia Brasil

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

5 dicas de saúde que impactam no bem-estar profissional


      26/07/2013 13:40
O nível elevado de estresse devido às pressões e cobranças de quem está inserido no mundo corporativo vem desencadeando uma série de doenças e complicações físicas e psicológicas. A competitividade somada ao sedentarismo e a má alimentação é uma fórmula que pode prejudicar, e muito, a carreira de vários profissionais.
5 dicas de saúde que impactam no bem-estar profissional
Independentemente do porte, as empresas também têm um papel vital no processo de criar hábitos saudáveis em seus funcionários. As organizações começaram a abrir os olhos para a Gestão de Saúde Populacional (GSP) e até uma entidade – a Aliança para a Saúde Populacional (Asap) – foi criada para congregar companhias ligadas ao setor. O conceito propõe um monitoramento completo da saúde dos funcionários, para reforçar a interação entre paciente e médico, além de estimular profundas mudanças nos hábitos cotidianos.

Exercícios regulares têm relação direta com a melhoria da saúde física e mental do ser humano. Consequentemente, eles fortalecem o sistema imunológico, aumentando o desempenho e reduzindo níveis de estresse, depressão e até mesmo a falta de foco e produtividade. Confira as dicas da especialista Tania de Abreu Carvalho, médica e consultora da AxisMed:

1- Previna-se

Procure estar sempre em dia com as consultas médicas e os exames de rotina. Essa é uma das formas de prevenção que ajuda no diagnóstico precoce de doenças, permitindo um tratamento mais adequado.

2-Relaxe

Se você trabalha muito tempo sentado, o ideal é realizar uma pausa de cinco minutos duas vezes ao dia. O alongamento é essencial na prevenção de doenças musculares.

3-Alimente-se adequadamente

Procure seguir uma alimentação equilibrada rica em frutas, verduras, legumes, cereais integrais, carnes magras e leite desnatado. Fuja das frituras, excesso de sal e doces. Assim, é possível reduzir o risco do ganho de peso e vários problemas de saúde como diabetes e hipertensão.

4-Tenha equilíbrio

Lembre-se que o estresse é algo que pode ser evitado. Não deixe que problemas com os serviços influenciem no rendimento de seu trabalho. A principal cura para o mesmo está no modo como pensa e enxerga as dificuldades.

5-Descanse
Boas noites de sono também são extremamente importantes para uma vida mais saudável. Embora não esteja cansado, o sono é essencial para combater possíveis doenças que venham a surgir.


Fonte: Portal Carreira & Sucesso


quinta-feira, 4 de julho de 2013

A relação entre autoconfiança e sucesso


Foto: A relação entre autoconfiança e sucesso http://adm.to/14Q58aV


                                                                                                                       Por: Gisele Meter

Acreditar em si mesmo é um passo fundamental para sua carreira, mantendo assim o foco necessário para atingir suas metas.



Sabemos que a autoconfiança exerce um papel fundamental para o sucesso ou fracasso mental, impactando diretamente em nossas ações e propósitos.
O próprio Tiger Woods afirma que: “ A coisa mais importante é acreditar que você pode vencer, muitas pessoas não acreditam”. 
A autoconfiança não está sempre relacionada com alto desempenho, até porque se isso fosse verdade as pessoas autoconfiantes obteriam sucesso em tudo que realizassem e sabemos que isto não é verdade.
Acreditar em si mesmo e em sua capacidade aumenta significativamente as chances de encontrar resoluções para os problemas apresentados.
No entanto, engana-se quem pensa que a autoconfiança só pode ser conquistada através de vitórias, Michael Jordan por exemplo fala sobre ganhar confiança através do fracasso.
O astro do basquete já perdeu mais de 9000 arremessos, quase 300 jogos, falhou repetidas vezes e mesmo assim acredita que seja este o motivo de seu sucesso. Não deixou de acreditar em si mesmo e persistir dedicando-se cada vez mais.
Ser autoconfiante é acreditar que pode realizar satisfatóriamente um comportamento desejado.
Quando esperamos que algo saia errado, criamos a chamada profecia auto-realizável, ou seja, se você espera que algo aconteça cria-se barreiras psicológicas  fazendo  com que realmente aconteça. A expectativa de fracasso, leva ao fracasso.
A falta de autoconfiança afeta o desempenho porque em parte desvia a concentração para outro foco impactando significativamente seu estado de espirito e seus comportamentos.
Desenvolver a autoconfiança é fundamental para estar bem consigo mesmo e assim buscar os resultados que deseja.
Já o excesso de confiança é na verdade uma tentativa de enganar a si mesmo, pois acaba sendo maior do que a própria capacidade do individuo, que acredita não precisar se preparar ou fazer esforço para alcançar seus objetivos.
Embora a autoconfiança seja um determinante, te leva até certo ponto e não pode superar a falta de competência.
A autoconfiança ideal é aquela em que você esta tão convencido de que pode alcançar suas metas que buscará meios e trabalhará arduamente para que o melhor aconteça.
Isto não significa que todas as vezes obterá sucesso, mas acreditar em si mesmo é um passo fundamental para lidar com erros ou fracassos, mantendo assim o foco necessário para continuar persistindo.

Fonte: Administradores.com 







domingo, 30 de junho de 2013

Rede de reforço escolar ganha prêmio de microfranquia





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Empresa se destaca no mercado de franquias com reforço escolar.
Há dois tipos de negócio: atendimento na casa do aluno e unidade física.

Uma rede de reforço escolar é a vencedora na categoria microfranquias, do prêmio “As melhores franquias do Brasil”, organizado pela “Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios”, da editora Globo.
A rede utiliza atendimento personalizado para ajudar alunos com dificuldade de aprendizagem e já soma, em todo país, 70 unidades em operação e mais 20 em processo de implantação.
O franqueador Artur Hipólito transformou a experiência na área pedagógica em um negócio lucrativo. Para ele, o sucesso se deve a uma fórmula que tem dado certo no franchising brasileiro: investimento baixo aliado a uma marca já consolidada.
O investimento inicial para abrir uma unidade vai de R$ 15 mil até R$ 25 mil, conforme o número de habitantes da cidade. Além disso, o franqueado também tem que desembolsar R$ 5 mil para gastos com a abertura da empresa e capital de giro. O ponto comercial não está incluído nesses valores.
A rede oferece dois tipos de franquia: a home based, quando o franqueado vai até a casa do aluno, e a unidade física. “Quando se falava a palavra franquia, se pensava em investimentos de R$ 1 milhão. Nós acreditamos que com valor acessível, você pode entregar a um pequeno investidor uma marca, um treinamento, um conceito de negócios, pra diminuir a sua possibilidade de fracasso e dar a ele as condições mínimas pra ter sucesso”, diz Hipólito.
Com a marca já consolidada no mercado, o franqueador quer chegar a 150 unidades franqueadas até o fim do ano. E agora, ele comemora o prêmio de melhor microfranquia do Brasil, recebido na décima edição do prêmio da “Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios”.
“Eu acho que é um motivo de muita alegria verificar que uma empresa como a nossa possa gerar novas oportunidades de negócios para pequenos empreendedores e, além disso, gerar um serviço de qualidade pro nosso cliente final”, diz Hipólito.
Franquia física
Franqueado da rede há um ano, Maurício Sampaio abriu uma unidade física da microfranquia de reforço escolar na zona norte de São Paulo. Ele investiu R$ 50 mil entre a taxa de franquia, capital de giro e estrutura do espaço. A escola tem quatro salas de aula em que estão matriculados 50 alunos.
“A gente não matricula nenhum aluno sem antes fazer um diagnóstico com a presença dos pais”, diz Maurício Sampaio. A unidade física, oferece dois tipos de serviços: aulas para grupos de até 4 pessoas e o atendimento individual, que representa 90% dos contratos.
Um método importante adotado pela franquia é que durante as aulas de reforço, o material didático utilizado é o do próprio aluno. Assim evita sobrecarregá-lo com novas tarefas que não estejam em sintonia pedagógica com a escola que frequenta.
A aluna Beatriz Chilotti tem aulas de reforço de matemática, uma forma de ela se preparar para o vestibular, com aulas individuais. “O professor vai pegando os pontos que você não conhece. Aí ele vai te explicar como resolver. Aí, da próxima vez que for resolver, você vai lembrar da explicação dele, então é essencial”, diz Beatriz.
Cada aula tem duração de uma hora e o professor garante que o resultado é rápido. “Da segunda aula em diante, já se percebe que o aluno consegue se sobressair muito bem sozinho. O rendimento começa a ficar excelente”, diz o professor de matemática Élcio Gabriel Jimenez.
O faturamento da unidade de Maurício é de R$ 14 mil por mês. “Nosso ponto de equilíbrio, de investimento foi logo no 3º mês. Então, é um grande negócio. Acho que está dentro da expectativa e a gente vêm crescendo bastante. Já crescemos aí em termo de 30, 40% desde o período de abertura”, diz o franqueado.
Atendimento em casa
A empresária Kelly Carrijo optou, há sete meses, pelo modelo home based. A franquia atende alunos em casa, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. Ela investiu R$ 25 mil para estruturar o negócio e evitou despesas com o ponto comercial.
“Isso te ajuda a equilibrar a conta logo no inicio, até você se organizar financeiramente, conseguir ter mais estrutura pra abrir uma unidade mais tranquila, com um fluxo de caixa mais tranquilo”, diz Kelly.
A franqueada tem 17 professores cadastrados e 22 alunos. Uma delas é Ana Beatriz que faz aulas de química. O professor vai em casa, uma vez por semana e cada aula dura uma hora e meia e custa R$ 50. 
“O rendimento está maior, até a minha professora da escola já percebeu que eu estou mais antenada, estou mais presente”, diz a aluna.
CONTATOS:
MICROFRANQUIA ENSINO: TUTORES
TUTORES
Telefone: (19) 2512-1252
www.tutores.com.b
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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Ofereça a outra face



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ofereça a outra face é uma frase proferida por Jesus durante o Sermão da Montanha e que trata de responder a um agressor sem o uso da violência.

Narrativa bíblica

A frase é apresentada no Evangelho de Mateus como uma alternativa ao "olho por olho", e imediatamente antes do ensinamento de Amar os Inimigos (Mateus 5:43-48):

«Tendes ouvido que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo: Não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te dá na face direita, volta-lhe também a outra; ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e quem te obriga a andar mil passos, vai com ele dois mil. Dá a quem te pede, e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes.» (Mateus 5:38-42)
No Sermão da Planície, no Evangelho de Lucas, a frase é dita após o mandamento de Amar os Inimigos, Jesus disse:
«Digo, porém, a vós que me ouvis: Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam, bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos insultam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te tira a capa, não lhe negues a túnica. Dá a todo o que te pede; e ao que tira o que é teu, não lho reclames. Assim como quereis que vos façam os homens, assim fazei vós também a eles.» (Lucas 6:27-31)

Interpretações

Esta frase, assim como muito do Sermão da Montanha, tem sido objeto de interpretações literais e figurativas.

Interpretações diretas

Uma vez que a passagem clama pela não-resistência total, a ponto de "facilitar" a agressão, e como os governos humanos se defendem através da força militar, uma conclusão é o chamado anarquismo cristão, cujo mais famoso defensor foi o novelista russo Leon Tolstoi, autor do livro "O Reino de Deus está Dentro de Você".

Interpretação literal

A interpretação literal da passagem, na qual o mandamento se refere especificamente ao golpe manual contra uma das faces de uma pessoa, pode ser defendida através de referências históricas e outros fatores1 . No tempo de Jesus, bater em alguém no rosto que se supunha ser de uma classe inferior com as costas da mão era uma forma costumeira de afirmar autoridade e dominância2 . Se a pessoa agredida "oferecesse a outra face", o agressor seria confrontado com um dilema. A mão esquerda era utilizada para fins impuros, assim um golpe com as costas da mão canhota na face oposta não seria dado3 . Outra alternativa seria bater com a mão aberta como um desafio ou socar a pessoa, ambos percebidos como um reconhecimento de igualdade. Assim, ao oferecer a outra face, o agredido estava, na realidade, demandando igualdade. Ao oferecer sua capa além da túnica, o devedor estava essencialmente tirando a roupa do corpo, um ato explicitamente proibido pela Lei Mosaica conforme o Deuteronômio:

«Quando fizeres qualquer empréstimo ao teu próximo, não entrarás em sua casa para lhe tirar openhor. Ficarás do lado de fora, e o homem a quem fizeste o empréstimo, te trará para fora o penhor. Se for homem pobre, não te deitarás no seu penhor; sem falta lhe restituirás o penhor, ao pôr-se o sol, para que durma no seu manto e te abençoe. Isso te será justiça diante de Jeová teu Deus.» (Deuteronômio 24:10-13)
Ao dar ao credor capa além da túnica, o devedor se veria reduzido à nudez, que era vista como fonte de vergonha para quem a contemplava além do próprio, como no caso de Noé:
«Começou Noé a ser lavrador, e plantou uma vinha. Bebendo do vinho, embriagou-se e achou-se nu dentro da sua tenda. Cão, pai de Canaã, viu a nudez de seu pai, e contou a seus dois irmãos que estavam fora. Então tomaram Sem e Jafé uma capa, puseram-na sobre os seus ombros e, andando virados para trás, cobriram a nudez de seu pai; tiveram virados os seus rostos, e não viram a nudez de seu pai.» (Gênesis 9:20-23)
O verso posterior no Sermão da Montanha também pode ser visto como um método para fazer o opressor violar a Lei. A lei romana de Angaria, invocada regularmente, permitia que as autoridades romanas exigissem dos habitantes de territórios ocupados que levassem mensagens e equipamentos a uma distância de até uma milha, mas proibia forçar que se fosse além, sob o risco de sofrer ações disciplinares4 . Neste exemplo, a interpretação não violenta defende que Jesus estava criticando também uma lei romana, injusta e detestada, além de clarificar seu ensinamento para que ele se estendesse para além da Lei judaica5 .

Interpretação da conduta pessoal justa

Há uma terceira escola de pensamento sobre esta passagem. Jesus não estava mudando o significado de "olho por olho, dente por dente", mas restaurando o contexto original. Jesus começa sua frase com "Tendes ouvido que foi dito", o que significa que ele estaria esclarecendo um mal-entendido ao invés de "está escrito", que seria uma referência às escrituras. O mal-entendido comum parece ser o de que a população estava utilizado Êxodo 21:24-25(que contém o guia básico para um magistrado punir criminosos) como justificativa para vinganças pessoais. Neste contexto, o mandamento de "oferecer a outra face" não seria um mandamento que permitiria a alguém que roube ou agrida outrem, mas um mandamento para que o agredido não recorra à vingança.

Exegese

Bíblia de Jerusalém

Bíblia de Jerusalém comenta a passagem por meio de notas de rodapé e indicações de paralelismo relativas a Mateus 5:38-42, nas quais observa que:

  1. Jesus se refere à Lei de Talião que encontrava-se, por exemplo, nas seguintes passagens do Antigo TestamentoÊxodo 21:24-25Levítico 24:20 e Deuteronômio 19:21;
  2. Lei de Talião era mais contida do que a vingança desproporcional de Lameque (Genêsis 4:23-24);
  3. Jesus não proíbe que se ofereça oposição digna às agressões injustas (cf. João 18:22-23 e Atos 23:2-3), nem, muito menos que se combata o mal no mundo;
  4. havia restrições a tomar o manto como penhorÊxodo 22:25-26 e Deuteronômio 24:12.

Edição Pastoral da Bíblia

Edição Pastoral da Bíblia comenta a passagem por meio de uma nota de rodapé relativa Mateus 5:38-42 6 , que diz que:

Como se pode superar a vingança ou até mesmo a justa punição? O Evangelho propõe atitude nova, a fim de eliminar pela raiz o círculo infernal da violência: a resistência ao inimigo não deve ser feita com as mesmas armas usadas por ele, mas através de comportamento que o desarme.

Bíblia do Peregrino

Bíblia do Peregrino comenta a passagem por meio de notas de rodapé relativas a Mateus 5:38-42 e Lucas 6:29-30, nas quais observa que:

  1. Jesus se refere à Lei de Talião que encontrava-se, por exemplo, nas seguintes passagens do Antigo TestamentoÊxodo 21:24-25Levítico 24:20 e Deuteronômio 19:21, que era mais contida do que a vingançadesproporcional de Lameque (Genêsis 4:23-24);
  2. a mensagem, que ensina a suportar a injustiça contra o corpo e contra as posses, é um um manifesto de não violência.

Tradução Ecumênica da Bíblia

Tradução Ecumênica da Bíblia, além de indicar a interrelação com João 18:22, comenta a passagem por meio denotas de rodapé relativas a Mateus 5:40 e Lucas 6:29, as quais observam que:

  1. no Antigo Testamento havia restrições contra a exigência do manto como penhor (cf. Êxodo 22:25-26 eDeuteronômio 24:12-13);
  2. na narrativa feita por Mateus a tomada da peça de roupa é feita em um processo (cobrança de dívidas), enquanto que na narrativa de Lucas a tomada da peça de roupa é feita no âmbito de uma agressão.

Referências

  1.  Walter Wink. Engaging the Powers: Discernment and Resistance in a World of Domination. [S.l.: s.n.].
  2.  David Daube. The New Testament and Rabbinic Judaism. [S.l.: s.n.].
  3.  John L. Berquist. Controlling Corporeality. [S.l.: s.n.].
  4.  Th. Mommsen. Codex Theodosianus 8:5:1. [S.l.: s.n.].
  5.  Michael Avi-Yonah. The Jews Under Roman and Byzantine Rule: A Political History of Palestine from the Bar Kokhba War to the Arab Conquest. [S.l.: s.n.].
  6.  EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS 5, acesso em 05 de maio de 2013