quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Opinião - Tudo começa no ouvir

Lá estava eu em um curso de aperfeiçoamento da comunicação. Meu objetivo era aprender técnicas capazes de aperfeiçoar minhas habilidades comunicativas para melhor fazer o meu trabalho. O excelente professor nos trouxe uma visão brilhante da importância de nos comunicar com clareza e relevância. A aula transcorria maravilhosamente bem, e ficou melhor quando entrou em cena um outro professor. Bastaram alguns poucos minutos para perceber que estava diante de uma pessoa fantástica.
Era surdo. Nasceu com uma síndrome raríssima que o lançou num grande silêncio. Nunca ouviu um som sequer. Venceu heroicamente essa natural limitação conseguindo entender através da leitura labial e facial tudo quanto se falava. Deu-nos por quinze minutos um  reve histórico de sua vida. A eloquência, a riqueza do seu vocabulário, a clareza de suas ideias impactaram-me. Abriu seu curto discurso com uma frase que, tenho certeza,  viverá por muito tempo dentro de mim: “Eu sou surdo, mas a maioria das pessoas que conheço não sabe ouvir”.
Ironicamente aquela pessoa surda revelou-se alguém com uma incrível capacidade de ouvir. Como um enorme clarão a iluminar tudo, ficou evidente que uma comunicação bem-sucedida tem início no ato de ouvir bem para então poder se falar bem.
Aperfeiçoar a oratória, perder o medo de falar em público, argumentar de maneira clara, são competências fundamentais a qualquer pessoa na posição de administrador ou líder dentro de uma organização. Isto por si só evitaria enormes problemas de comunicação que, via de regra, são a raiz de tantos conflitos geradores de perda de tempo, dinheiro e eficiência. Porém, melhorar a qualidade da emissão é apenas resolver uma parte do problema.
Na posição de administração de uma
organização você pode ser um chefe ou um líder. Se escolher ser este último, então verá que ouvir bem será a base
de toda a comunicação com o grupo de
pessoas que você dirige rumo aos objetivos
definidos. Afinal, se você tem “ouvidos para ouvir, ouça!”, já dizia o maior líder que eu já conheci.
O receptor também precisa estar preparado para receber a informação qualificada. A sabedoria popular tem razão quando de maneira simples diz: “Para um bom entendedor, meia palavra basta”. Quando é boa a recepção, o emissor nem precisa se esforçar muito com a qualidade daquilo que fala.
Saber ouvir é algo tão ou mais importante do que saber falar. Comunicar-se não é apenas a arte de se expressar, mas a incrível habilidade de ouvir bem. Aguçar a escuta, aprimorar o ouvir é algo mandatório para pessoas na posição de liderança dentro das organizações. Ser um ouvinte competente vai trazer um enorme diferencial para os líderes, pois ouvir seus liderados, clientes, fornecedores e mesmo concorrentes, o colocará numa posição muito privilegiada.
Leia a matéria na íntegra. Assine a RBA ou acesse online.
DR. Eduardo Rosa Pedreira é professor de Sustentabilidade Corporativa da Fundação Getúlio Vargas e coautor do livro “Gestão Sustentável de Negócios”.

fonte: http://www.revistarba.com.br/edicoes/edicao95/opiniao-ganhar-a-vida-e-nao-perder-a-alma

Administrador

Apresentamos o perfil do Administrador tomando como base os resultados da Pesquisa Nacional: Perfil, Formação, Atuação e Oportunidades de Trabalho do Administrador quanto ao seu perfil, realizada no ano de 2011, destacando aspectos pessoais e aspectos da sua posição diante do mercado de trabalho profissional.

PERFIL DO ADMINISTRADOR – PESQUISA CFA - 2011
A MAIORIA
  • É do sexo masculino, casado e com dependentes.
  • Tem idade média de 39,3 anos.
  • É egresso de universidades particulares.
  • Concluiu o curso de Administração entre 2000 e 2011.
  • Possui especialização em alguma área da Administração.
  • Trabalha em empresas de grande porte (serviços e indústria) e órgãos públicos.
  • Atua nas áreas de Administração Geral e Finanças.
  • Possui carteira profissional assinada.
  • Ocupa cargos de gerência.
  • É registrado no CRA.

GÊNERO

O número de Administradoras vem crescendo continuamente. Em 1994, foi de 21%; em 1998, de 25%; em 2003, de 30%; em 2006, de 33% e, na pesquisa atual, de 2011, atingiu 35% (Figura 2).
Em 17 anos, o percentual de Administradoras teve um crescimento em termos percentuais de 67% (35%, em 2011, contra 21%, em 1994).

TEMPO DE FORMADO

Em 2006, 54,59% dos Administradores participantes do trabalho havia se formado nos cinco anos anteriores à pesquisa. Em 2011, 42,40% concluiu sua graduação entre 2006 e 2011, podendo-se perceber que a redução daquele percentual pode representar uma maior distribuição do contingente de novos Administradores.
NATUREZA DAS IES
As instituições de natureza privada prevalecem como formadoras dos Administradores (84,18%).

IDIOMAS

Embora 47,20% dos Administradores tenham informado não dominar nenhum idioma estrangeiro, 42,34% disseram dominar o inglês. A média de idioma estrangeiro dominada pelo conjunto de Administradores pesquisados foi de 0,7.
Entre os Administradores que dominam algum idioma estrangeiro, a maioria deles (35,75%) domina apenas um idioma, 14,28% dominam dois idiomas e, apenas, 2,30% dominam três ou mais idiomas.

EMPREGABILIDADE

O índice dos que declaram possuir carteira profissional assinada aumentou comparativamente aos das pesquisas anteriores (67,87% em 2006 e 78,48% em 2011), conforme mostra a Figura 3.

RENDA INDIVIDUAL

Os dados da pesquisa 2011 revelam um aumento de 10% no registro em carteira em comparação à pesquisa de 2006. Seguindo a mesma tendência de 2006, a concentração de respostas quanto à renda individual mensal do Administrador (43,37%) encontra-se na faixa entre 3,1 e 10,0 salários mínimos (SM) (Figura 4).
A renda média aproximada do Administrador foi de 9,7 SM, calculado mediante os pontos médios e o número de respondentes em cada uma das faixas, equivalente, em abril de 2011, a R$ 6.220,00 (seis mil duzentos e vinte reais).
Considerando o aumento real do SM no período, pode-se inferir que a variação é desprezível. Com relação às faixas salariais de 15,1 e 20 SM e de 20,1 a 25 SM, houve queda com variação de 1% e de 2% respectivamente. Quanto à faixa de mais de 25 SM, houve efetivamente queda de 7%, demonstrando que as empresas estão revendo sua política salarial nesse patamar.

ÁREA FUNCIONAL

As grandes áreas funcionais (Administração Geral, Financeira, Vendas e Recursos Humanos) atingiram 58,82% do total de respondentes em 2011, sendo possível afirmar tratar-se das áreas mais demandadas da Administração.
A Administração Geral em 2011 manteve alto o índice de alocação de Administradores, embora o seu percentual tenha sido reduzido considerando a pesquisa de 2006. Interessante verificar que Recursos Humanos, que vinha decrescendo ano após ano, nesta pesquisa apresentou uma recuperação em relação à de 2006, passando de 6,73% para 9,46%.

CARGOS OCUPADOS

Os Administradores continuam sendo bem aceitos como Gerentes. O cargo de Técnico alcançou um significativo aumento, passando de 3,65% para 6,94%. A ocupação do cargo de Analista por Administradores passou de 12,75%, em 2006, para 19,10%, em 2011, confirmando uma tendência para o aumento desse cargo, tanto no setor público quanto no setor privado. O percentual dos Administradores que se declararam Analistas atuantes no setor público foi de 49,23% e no setor privado foi de 50,77%.
PARA MAIS DETALHES DOS RESULTADOS
DA PESQUISA ACESSE:



Fonte:  http://www.cfa.org.br/administracao/administrador

5 aspectos positivos na carreira da Geração Y

consultor.jpgSaiba como ter nascido a partir da década de 80 pode ter sido um benefício para a sua carreira

Você faz parte da Geração Y? Então saiba como ter nascido a partir da década de 80 pode ter sido um benefício para a sua carreira

Você nasceu entre 1980 e 2000? Então você faz parte da Geração Y, grupo de pessoas que viveram em uma época de grande prosperidade econômica e avanço tecnológico. Os sociólogos ainda estudam quais são as particularidades dessa geração, mas existem algumas vantagens que eles já têm apresentado em suas carreira. Confira quais são:

Tecnologia
Quase toda a Geração Y cresceu em contato com as novas tecnologias: televisões de alta qualidade, câmeras fotográficas e principalmente computadores. O conhecimento em informática é essência para o mercado atual e, com certeza, a Geração Y tem uma grande vantagem em relação às pessoas mais velhas. A naturalidade e rapidez com que os jovens se adaptam às novidades tecnológicas é um grande diferencial nessa geração e essencial para uma carreira de sucesso.

Marketing
Por mais que você não tenha estudado marketing ou propaganda, a Geração Y possui uma grande capacidade de vendas e convencimento. Isso acontece porque os jovens, atualmente, fazem um tipo de marketing muito útil, que é o de si mesmo. Eles conseguem vender uma autoimagem nas redes sociais que, muitas vezes, pode ser completamente diferente da realidade.

Espírito empreendedor
Muitas pessoas acreditam que a busca por imediatismo e recompensas rápidas são as piores características da Geração Y. Entretanto, essa falta de saciedade faz com que os jovens sempre busquem por mais e estejam preparados para tarefas desafiadoras. Essa força de vontade e curiosidade são características que todos os bons funcionários devem ter.

Informações
Por causa do fácil acesso à internet, a Geração Y entra em contato, diariamente, com os mais diversos tipos de informações. Por causa disso, eles podem conversar sobre vários assuntos e entender rapidamente novas coisas. São profissionais multifacetados e conseguem resolver diferentes problemas de forma criativa.

Respeito
As pessoas da Geração Y tendem a ser mais respeitosas com as diferenças culturas, racionais e sociais. Por estar em contato com várias pessoas diferentes, eles aprendem a lidar com isso e entender a diversidade.

 Fonte: Universia Brasil
 http://www.cfa.org.br/servicos/news/cfanews/5-aspectos-positivos-na-carreira-da-geracao-y