texto retirado na íntegra do site:
Entenda como fazer com que as finanças de sua empresa estejam sempre organizadas.

Coloque as finanças da sua empresa em ordem
Organizar o orçamento de uma casa depende de disciplina, planejamento e evitar o endividamento excessivo. E a organização das finanças da sua empresa não deve ser diferente.
A primeira dica dos especialistas ouvidos pelo Portal Sociedade de Negóciospara quem quer colocar as finanças da empresa em ordem, aliás, é justamente “separar o que é Pessoa Jurídica do que é Pessoa Física”.
“Muitos empreendedores, assim que veem o dinheiro entrar, já trocam de carro”, diz Alessandro Saade, professor da Business School São Paulo (BSP). Esse é um erro básico que deve ser evitado: as contas da empresa precisam estar bem separadas das contas de casa.
Aprendida a primeira e básica lição, os consultores sugerem que o empreendedor se debruce sobre os dados do seu negócio, de forma que resolva eventuais problemas e evite correr riscos no futuro.
“No começo, é natural que o empreendedor esteja empolgado, apaixonado pela sua ideia e querendo fazer o negócio decolar. Mas isso pode fazer com que ele seja menos rigoroso. A falta de controle no começo pode virar problema depois”, afirma Saade.
A primeira dica dos especialistas ouvidos pelo Portal Sociedade de Negóciospara quem quer colocar as finanças da empresa em ordem, aliás, é justamente “separar o que é Pessoa Jurídica do que é Pessoa Física”.
“Muitos empreendedores, assim que veem o dinheiro entrar, já trocam de carro”, diz Alessandro Saade, professor da Business School São Paulo (BSP). Esse é um erro básico que deve ser evitado: as contas da empresa precisam estar bem separadas das contas de casa.
Aprendida a primeira e básica lição, os consultores sugerem que o empreendedor se debruce sobre os dados do seu negócio, de forma que resolva eventuais problemas e evite correr riscos no futuro.
“No começo, é natural que o empreendedor esteja empolgado, apaixonado pela sua ideia e querendo fazer o negócio decolar. Mas isso pode fazer com que ele seja menos rigoroso. A falta de controle no começo pode virar problema depois”, afirma Saade.
Calcule a capacidade de geração de caixa
Colocar as informações em planilhas, no computador ou no papel, é fundamental para se ter uma visão geral da situação. É preciso calcular, por exemplo, qual a capacidade de geração de caixa da empresa. Isso significa saber o que sobra depois de tirar, da receita mensal, todas as despesas.
“Descoberta essa capacidade, é preciso adequar as dívidas da empresa a essa realidade”, diz Pedro Parreiras, diretor da Parcon Consultoria Empresarial, especializada em PMEs.
Parreira diz que pode ser interessante trocar dívidas antigas, com juros mais altos, por novos empréstimos, com melhores taxas. Caso tenha um imóvel ou produtos que possam ser dados em garantia, pode valer a pena pedir empréstimos lastreados nesses bens, lembra Saade, da BSP.
O passo seguinte – e que deve ser dado por empresas em qualquer estágio de desenvolvimento – é descobrir o que fazer para aumentar a capacidade de geração de caixa do negócio.
As opções para se incrementar o caixa são diversas. Uma delas é buscar novas fontes de receita. “Um restaurante que serve almoços e não faz entregas pode criar um serviço de delivery, que ajuda a fazer crescer a receita sem a necessidade de aumentar o número de funcionários”, indicaSaade, da BSP.
Entre as outras opções estão lançar novos produtos, focar novos clientes, reduzir custos e melhorar processos, evitando desperdícios.
“O importante é saber que é possível gerar mais receita com a estrutura existente”, finaliza Saade.
“Descoberta essa capacidade, é preciso adequar as dívidas da empresa a essa realidade”, diz Pedro Parreiras, diretor da Parcon Consultoria Empresarial, especializada em PMEs.
Parreira diz que pode ser interessante trocar dívidas antigas, com juros mais altos, por novos empréstimos, com melhores taxas. Caso tenha um imóvel ou produtos que possam ser dados em garantia, pode valer a pena pedir empréstimos lastreados nesses bens, lembra Saade, da BSP.
O passo seguinte – e que deve ser dado por empresas em qualquer estágio de desenvolvimento – é descobrir o que fazer para aumentar a capacidade de geração de caixa do negócio.
As opções para se incrementar o caixa são diversas. Uma delas é buscar novas fontes de receita. “Um restaurante que serve almoços e não faz entregas pode criar um serviço de delivery, que ajuda a fazer crescer a receita sem a necessidade de aumentar o número de funcionários”, indicaSaade, da BSP.
Entre as outras opções estão lançar novos produtos, focar novos clientes, reduzir custos e melhorar processos, evitando desperdícios.
“O importante é saber que é possível gerar mais receita com a estrutura existente”, finaliza Saade.
8 passos para evitar o endividamento
1. Prospecte resultados
Faça o seu planejamento de resultados, mês a mês, contemplando receitas e despesas esperadas para o próximo ano.
2. Tenha os pés no chão
Seja realista nas previsões de resultados, evitando pessimismo ou excesso de otimismo.
3. Analise o contexto do seu negócio
Busque informações de como se comportará a economia no próximo ano e considere no seu planejamento as variáveis que poderão afetar o seu negócio, como inadimplência, evolução do PIB, entrada de concorrentes no mercado...
4. Planeje o caixa
Faça o planejamento de caixa, mês a mês, contemplando recebimentos e pagamentos esperados para o próximo ano.
5. Verifique o saldo do negócio
Inclua os recebimentos e pagamentos não operacionais, como financiamentos, dívidas atrasadas e amortizações de investimentos. Ele indicará a hora de buscar novas oportunidades de negócios ou a hora de melhorar o resultado operacional.
6. Veja o Fluxo de Caixa
As decisões de investimentos ou a implantação de programas de melhorias devem estar contempladas no Fluxo de Caixa.
7. Evite empréstimos
Não tome empréstimos de curto prazo para liquidação de dívidas, você só vai adiar e piorar a situação.
8. Atualize os planos
Revise todo o seu planejamento durante o transcorrer do ano, ajustando-o às novas realidades.
Faça o seu planejamento de resultados, mês a mês, contemplando receitas e despesas esperadas para o próximo ano.
2. Tenha os pés no chão
Seja realista nas previsões de resultados, evitando pessimismo ou excesso de otimismo.
3. Analise o contexto do seu negócio
Busque informações de como se comportará a economia no próximo ano e considere no seu planejamento as variáveis que poderão afetar o seu negócio, como inadimplência, evolução do PIB, entrada de concorrentes no mercado...
4. Planeje o caixa
Faça o planejamento de caixa, mês a mês, contemplando recebimentos e pagamentos esperados para o próximo ano.
5. Verifique o saldo do negócio
Inclua os recebimentos e pagamentos não operacionais, como financiamentos, dívidas atrasadas e amortizações de investimentos. Ele indicará a hora de buscar novas oportunidades de negócios ou a hora de melhorar o resultado operacional.
6. Veja o Fluxo de Caixa
As decisões de investimentos ou a implantação de programas de melhorias devem estar contempladas no Fluxo de Caixa.
7. Evite empréstimos
Não tome empréstimos de curto prazo para liquidação de dívidas, você só vai adiar e piorar a situação.
8. Atualize os planos
Revise todo o seu planejamento durante o transcorrer do ano, ajustando-o às novas realidades.
Fonte: Parcon Consultoria Empresarial
Fluxo de Caixa – TV Sebrae
O Fluxo de Caixa é uma das ferramentas mais importantes para detectar problemas na empresa e planejar o orçamento de sua empresa mês a mês.
Fonte: Portal Sociedade de Negócios
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