domingo, 30 de junho de 2013

Rede de reforço escolar ganha prêmio de microfranquia





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Empresa se destaca no mercado de franquias com reforço escolar.
Há dois tipos de negócio: atendimento na casa do aluno e unidade física.

Uma rede de reforço escolar é a vencedora na categoria microfranquias, do prêmio “As melhores franquias do Brasil”, organizado pela “Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios”, da editora Globo.
A rede utiliza atendimento personalizado para ajudar alunos com dificuldade de aprendizagem e já soma, em todo país, 70 unidades em operação e mais 20 em processo de implantação.
O franqueador Artur Hipólito transformou a experiência na área pedagógica em um negócio lucrativo. Para ele, o sucesso se deve a uma fórmula que tem dado certo no franchising brasileiro: investimento baixo aliado a uma marca já consolidada.
O investimento inicial para abrir uma unidade vai de R$ 15 mil até R$ 25 mil, conforme o número de habitantes da cidade. Além disso, o franqueado também tem que desembolsar R$ 5 mil para gastos com a abertura da empresa e capital de giro. O ponto comercial não está incluído nesses valores.
A rede oferece dois tipos de franquia: a home based, quando o franqueado vai até a casa do aluno, e a unidade física. “Quando se falava a palavra franquia, se pensava em investimentos de R$ 1 milhão. Nós acreditamos que com valor acessível, você pode entregar a um pequeno investidor uma marca, um treinamento, um conceito de negócios, pra diminuir a sua possibilidade de fracasso e dar a ele as condições mínimas pra ter sucesso”, diz Hipólito.
Com a marca já consolidada no mercado, o franqueador quer chegar a 150 unidades franqueadas até o fim do ano. E agora, ele comemora o prêmio de melhor microfranquia do Brasil, recebido na décima edição do prêmio da “Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios”.
“Eu acho que é um motivo de muita alegria verificar que uma empresa como a nossa possa gerar novas oportunidades de negócios para pequenos empreendedores e, além disso, gerar um serviço de qualidade pro nosso cliente final”, diz Hipólito.
Franquia física
Franqueado da rede há um ano, Maurício Sampaio abriu uma unidade física da microfranquia de reforço escolar na zona norte de São Paulo. Ele investiu R$ 50 mil entre a taxa de franquia, capital de giro e estrutura do espaço. A escola tem quatro salas de aula em que estão matriculados 50 alunos.
“A gente não matricula nenhum aluno sem antes fazer um diagnóstico com a presença dos pais”, diz Maurício Sampaio. A unidade física, oferece dois tipos de serviços: aulas para grupos de até 4 pessoas e o atendimento individual, que representa 90% dos contratos.
Um método importante adotado pela franquia é que durante as aulas de reforço, o material didático utilizado é o do próprio aluno. Assim evita sobrecarregá-lo com novas tarefas que não estejam em sintonia pedagógica com a escola que frequenta.
A aluna Beatriz Chilotti tem aulas de reforço de matemática, uma forma de ela se preparar para o vestibular, com aulas individuais. “O professor vai pegando os pontos que você não conhece. Aí ele vai te explicar como resolver. Aí, da próxima vez que for resolver, você vai lembrar da explicação dele, então é essencial”, diz Beatriz.
Cada aula tem duração de uma hora e o professor garante que o resultado é rápido. “Da segunda aula em diante, já se percebe que o aluno consegue se sobressair muito bem sozinho. O rendimento começa a ficar excelente”, diz o professor de matemática Élcio Gabriel Jimenez.
O faturamento da unidade de Maurício é de R$ 14 mil por mês. “Nosso ponto de equilíbrio, de investimento foi logo no 3º mês. Então, é um grande negócio. Acho que está dentro da expectativa e a gente vêm crescendo bastante. Já crescemos aí em termo de 30, 40% desde o período de abertura”, diz o franqueado.
Atendimento em casa
A empresária Kelly Carrijo optou, há sete meses, pelo modelo home based. A franquia atende alunos em casa, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. Ela investiu R$ 25 mil para estruturar o negócio e evitou despesas com o ponto comercial.
“Isso te ajuda a equilibrar a conta logo no inicio, até você se organizar financeiramente, conseguir ter mais estrutura pra abrir uma unidade mais tranquila, com um fluxo de caixa mais tranquilo”, diz Kelly.
A franqueada tem 17 professores cadastrados e 22 alunos. Uma delas é Ana Beatriz que faz aulas de química. O professor vai em casa, uma vez por semana e cada aula dura uma hora e meia e custa R$ 50. 
“O rendimento está maior, até a minha professora da escola já percebeu que eu estou mais antenada, estou mais presente”, diz a aluna.
CONTATOS:
MICROFRANQUIA ENSINO: TUTORES
TUTORES
Telefone: (19) 2512-1252
www.tutores.com.b
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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Ofereça a outra face



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ofereça a outra face é uma frase proferida por Jesus durante o Sermão da Montanha e que trata de responder a um agressor sem o uso da violência.

Narrativa bíblica

A frase é apresentada no Evangelho de Mateus como uma alternativa ao "olho por olho", e imediatamente antes do ensinamento de Amar os Inimigos (Mateus 5:43-48):

«Tendes ouvido que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo: Não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te dá na face direita, volta-lhe também a outra; ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e quem te obriga a andar mil passos, vai com ele dois mil. Dá a quem te pede, e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes.» (Mateus 5:38-42)
No Sermão da Planície, no Evangelho de Lucas, a frase é dita após o mandamento de Amar os Inimigos, Jesus disse:
«Digo, porém, a vós que me ouvis: Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam, bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos insultam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te tira a capa, não lhe negues a túnica. Dá a todo o que te pede; e ao que tira o que é teu, não lho reclames. Assim como quereis que vos façam os homens, assim fazei vós também a eles.» (Lucas 6:27-31)

Interpretações

Esta frase, assim como muito do Sermão da Montanha, tem sido objeto de interpretações literais e figurativas.

Interpretações diretas

Uma vez que a passagem clama pela não-resistência total, a ponto de "facilitar" a agressão, e como os governos humanos se defendem através da força militar, uma conclusão é o chamado anarquismo cristão, cujo mais famoso defensor foi o novelista russo Leon Tolstoi, autor do livro "O Reino de Deus está Dentro de Você".

Interpretação literal

A interpretação literal da passagem, na qual o mandamento se refere especificamente ao golpe manual contra uma das faces de uma pessoa, pode ser defendida através de referências históricas e outros fatores1 . No tempo de Jesus, bater em alguém no rosto que se supunha ser de uma classe inferior com as costas da mão era uma forma costumeira de afirmar autoridade e dominância2 . Se a pessoa agredida "oferecesse a outra face", o agressor seria confrontado com um dilema. A mão esquerda era utilizada para fins impuros, assim um golpe com as costas da mão canhota na face oposta não seria dado3 . Outra alternativa seria bater com a mão aberta como um desafio ou socar a pessoa, ambos percebidos como um reconhecimento de igualdade. Assim, ao oferecer a outra face, o agredido estava, na realidade, demandando igualdade. Ao oferecer sua capa além da túnica, o devedor estava essencialmente tirando a roupa do corpo, um ato explicitamente proibido pela Lei Mosaica conforme o Deuteronômio:

«Quando fizeres qualquer empréstimo ao teu próximo, não entrarás em sua casa para lhe tirar openhor. Ficarás do lado de fora, e o homem a quem fizeste o empréstimo, te trará para fora o penhor. Se for homem pobre, não te deitarás no seu penhor; sem falta lhe restituirás o penhor, ao pôr-se o sol, para que durma no seu manto e te abençoe. Isso te será justiça diante de Jeová teu Deus.» (Deuteronômio 24:10-13)
Ao dar ao credor capa além da túnica, o devedor se veria reduzido à nudez, que era vista como fonte de vergonha para quem a contemplava além do próprio, como no caso de Noé:
«Começou Noé a ser lavrador, e plantou uma vinha. Bebendo do vinho, embriagou-se e achou-se nu dentro da sua tenda. Cão, pai de Canaã, viu a nudez de seu pai, e contou a seus dois irmãos que estavam fora. Então tomaram Sem e Jafé uma capa, puseram-na sobre os seus ombros e, andando virados para trás, cobriram a nudez de seu pai; tiveram virados os seus rostos, e não viram a nudez de seu pai.» (Gênesis 9:20-23)
O verso posterior no Sermão da Montanha também pode ser visto como um método para fazer o opressor violar a Lei. A lei romana de Angaria, invocada regularmente, permitia que as autoridades romanas exigissem dos habitantes de territórios ocupados que levassem mensagens e equipamentos a uma distância de até uma milha, mas proibia forçar que se fosse além, sob o risco de sofrer ações disciplinares4 . Neste exemplo, a interpretação não violenta defende que Jesus estava criticando também uma lei romana, injusta e detestada, além de clarificar seu ensinamento para que ele se estendesse para além da Lei judaica5 .

Interpretação da conduta pessoal justa

Há uma terceira escola de pensamento sobre esta passagem. Jesus não estava mudando o significado de "olho por olho, dente por dente", mas restaurando o contexto original. Jesus começa sua frase com "Tendes ouvido que foi dito", o que significa que ele estaria esclarecendo um mal-entendido ao invés de "está escrito", que seria uma referência às escrituras. O mal-entendido comum parece ser o de que a população estava utilizado Êxodo 21:24-25(que contém o guia básico para um magistrado punir criminosos) como justificativa para vinganças pessoais. Neste contexto, o mandamento de "oferecer a outra face" não seria um mandamento que permitiria a alguém que roube ou agrida outrem, mas um mandamento para que o agredido não recorra à vingança.

Exegese

Bíblia de Jerusalém

Bíblia de Jerusalém comenta a passagem por meio de notas de rodapé e indicações de paralelismo relativas a Mateus 5:38-42, nas quais observa que:

  1. Jesus se refere à Lei de Talião que encontrava-se, por exemplo, nas seguintes passagens do Antigo TestamentoÊxodo 21:24-25Levítico 24:20 e Deuteronômio 19:21;
  2. Lei de Talião era mais contida do que a vingança desproporcional de Lameque (Genêsis 4:23-24);
  3. Jesus não proíbe que se ofereça oposição digna às agressões injustas (cf. João 18:22-23 e Atos 23:2-3), nem, muito menos que se combata o mal no mundo;
  4. havia restrições a tomar o manto como penhorÊxodo 22:25-26 e Deuteronômio 24:12.

Edição Pastoral da Bíblia

Edição Pastoral da Bíblia comenta a passagem por meio de uma nota de rodapé relativa Mateus 5:38-42 6 , que diz que:

Como se pode superar a vingança ou até mesmo a justa punição? O Evangelho propõe atitude nova, a fim de eliminar pela raiz o círculo infernal da violência: a resistência ao inimigo não deve ser feita com as mesmas armas usadas por ele, mas através de comportamento que o desarme.

Bíblia do Peregrino

Bíblia do Peregrino comenta a passagem por meio de notas de rodapé relativas a Mateus 5:38-42 e Lucas 6:29-30, nas quais observa que:

  1. Jesus se refere à Lei de Talião que encontrava-se, por exemplo, nas seguintes passagens do Antigo TestamentoÊxodo 21:24-25Levítico 24:20 e Deuteronômio 19:21, que era mais contida do que a vingançadesproporcional de Lameque (Genêsis 4:23-24);
  2. a mensagem, que ensina a suportar a injustiça contra o corpo e contra as posses, é um um manifesto de não violência.

Tradução Ecumênica da Bíblia

Tradução Ecumênica da Bíblia, além de indicar a interrelação com João 18:22, comenta a passagem por meio denotas de rodapé relativas a Mateus 5:40 e Lucas 6:29, as quais observam que:

  1. no Antigo Testamento havia restrições contra a exigência do manto como penhor (cf. Êxodo 22:25-26 eDeuteronômio 24:12-13);
  2. na narrativa feita por Mateus a tomada da peça de roupa é feita em um processo (cobrança de dívidas), enquanto que na narrativa de Lucas a tomada da peça de roupa é feita no âmbito de uma agressão.

Referências

  1.  Walter Wink. Engaging the Powers: Discernment and Resistance in a World of Domination. [S.l.: s.n.].
  2.  David Daube. The New Testament and Rabbinic Judaism. [S.l.: s.n.].
  3.  John L. Berquist. Controlling Corporeality. [S.l.: s.n.].
  4.  Th. Mommsen. Codex Theodosianus 8:5:1. [S.l.: s.n.].
  5.  Michael Avi-Yonah. The Jews Under Roman and Byzantine Rule: A Political History of Palestine from the Bar Kokhba War to the Arab Conquest. [S.l.: s.n.].
  6.  EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS 5, acesso em 05 de maio de 2013




domingo, 23 de junho de 2013



sexta-feira, 21 de junho de 2013

Maneiras simples de ampliar seu network para encontrar um emprego


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  Precisa de um novo trabalho, mas não sabe como conseguir? Confira 6 maneiras simples de ampliar seu network para encontrar um emprego
Maneiras simples de ampliar seu network para encontrar um emprego
Se você está procurando por um trabalho é essencial que você tenha um network amplo que poderá ajudar você a conquistá-lo. Para isso, confira 6 dicas que vão guiar sua busca por um emprego ampliando seu network:

Peça dicas aos seus familiares
Uma das melhores e mais simples maneiras de conseguir um emprego é pedir dicas aos seus familiares. Eles provavelmente terão boas sugestões sobre onde você pode começar.

Comunique seus amigos
Avise seus amigos que você está procurando por um novo emprego. Eles poderão apoiar você e talvez algum deles saiba sobre uma oportunidade de trabalho que se encaixa com a sua carreira.

Encontre um hobby
Encontre algo que você gosta. Faça um curso de alguma língua estrangeira ou um de um esporte e amplie seu network entrando em contato com mais pessoas que têm interesses em comum com você.

Atualize seu Facebook
Atualize seu status do Facebook para mostrar que está procurando por um emprego e forneça informações breves sobre trabalhos anteriores, cursos e habilidades profissionais que você possui. Não apenas seus amigos poderão te ajudar, mas as empresas que buscam por candidatos também verão que você está disponível.

Crie uma conta no LinkedIn
Caso você ainda não possua uma conta no LinkedIn, esse é o momento certo para criar uma. Lá você pode disponibilizar seu currículo online e entrar em contato com as empresas que se encaixam com seu perfil profissional tornando-se mais notável no mercado de trabalho.

Use o Twitter
O Twitter também pode ser uma forma de encontrar um emprego. Você só precisa mandar um breve comentário dizendo que está procurando por trabalho. Certifique-se de que há um link disponível na sua página que conecte com o seu perfil no Facebook ou no LinkedIn. Isso pode fazer com que empresas vejam sua disponibilidade e entrem em contato com você.


Fonte: Universia Brasil

sábado, 15 de junho de 2013

Ergofobia, medo de trabalhar ou incapacidade de manter um emprego


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Ergofobia, a palavra derivado do grego "ergon" significa trabalho e "phobos" significa medo.
Ergofobia, medo de trabalhar ou incapacidade de manter um emprego
Uma pequena parte das pessoas sofre com esse transtorno, um medo anormal e persistente de trabalhar ou encontrar/manter um emprego.

A Ergofobia é um medo verdadeiramente irracional, nem a pessoa que sofre consegue explicar direito como ela percebe o mercado de trabalho.

Tal fobia pode ser causada por diversos fatores, o mais potente deles pode ser a ansiedade. Quem sofre com o tipo de ansiedade generalizada tem chances de  desenvolver isso. Tal medo pode realmente ser uma combinação de outros medos, como por exemplo:

•         Medo de falhar em tarefas atribuídas que precisaram serem executadas;
•         Medo de não se socializar com as pessoas do ambiente de trabalho;
•     Medo de não ser capaz de conciliar a vida particular, social com a profissional;

Geralmente nesse caso a pessoa acredita que ela não vai dar conta de trabalhar, manter contato com a família e que irá aos poucos perder o círculo social, desequilibrar o relacionamento amoroso, que não vai conseguir mais desfrutar momentos de lazer.

Na maioria dos casos a pessoa que tem ergofobia, não são tímidas.
A origem do transtorno é psicológica, pode ser causada por um trauma em que algum momento a pessoa foi muito sobrecarregada por tarefas que talvez nem incluíam o emprego/trabalho em si.

Outra causa disso venha a ser o transtorno de agorafobia que é o medo de estar entra pessoas não muito conhecidas ou totalmente desconhecidas, assim como frequentar um lugar pela primeira vez.

Infelizmente a ergofobia pode destruir a vida financeira de uma pessoa que pode ser extremamente inteligente, assim como seus sonhos também podem ir por água abaixo, afinal todo mundo tem em mente um sonho profissional que pode surgir na adolescência ou no inicio da vida adulta e todos nós precisamos de dinheiro para viver e sobreviver.

O tratamento para qualquer ergofóbico deve ser feito com psiquiatria que vai conduzir o paciente à uma forma de aliviar tal medo que é considerado absurdo com ansiolíticos que são remédios para aliviar a ansiedade momentânea. Também um tratamento psicológico para entender e especular a causa disso é recomendável.

E por ultimo uma terapia comportamental que pode submeter o individuo a iniciar um trabalho voluntario esporádico como por exemplo, trabalhar 2 vezes por semana com uma carga horária que aos poucos pode ser aumentada.
Dessa forma quem sofre dessa fobia raríssima começa a ser mais confiante, aos poucos a ansiedade diminui pois o medo está sendo enfrentado em um ritmo lento e por fim a pessoa percebe que consegue administrar o trabalho com as demais atividades que envolvem nosso dia a dia.


Fonte: Trabalhando.com

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Como se livrar da ansiedade nos negócios


texto retirado na íntegra do site:


Para o empreendedor, a ansiedade pode ter um efeito bastante prejudicial em seus negócios. Uma boa preparação é fundamental para evitar problemas como esse.
Será que minha ideia é realmente original? O preço do meu produto é justo? Os clientes vão entrar na minha loja? A partir de que momento terei retorno do meu investimento?
Dúvidas como essas povoam a cabeça de todos aqueles que iniciam um negócio próprio. Ansiedade excessiva, no entanto, pode causar estresse e fazer o empreendedor tomar atitudes impensadas, que podem prejudicar a empresa.
O melhor jeito de driblar essa angústia, diz o consultor em gestão de pessoas Eduardo Ferraz, é se preparar da melhor maneira possível antes de abrir a firma.
“O maior fator de fracasso em um negócio é a falta de informação. Nunca é fácil fazer uma empresa dar certo, mas, para ter certeza de que vai dar errado, é só não fazer uma análise prévia”, afirma.
Essa análise requer, literalmente, “gastar a sola do sapato”. Quem abre uma franquia não deve se contentar com os estudos enviados pela franqueadora. E quem investe em um negócio novo não deve se restringir a pesquisas de mercado.
“Quem abre uma franquia precisa conversar com outros franqueados, trocar informações sobre o negócio, perguntar qual o fluxo semanal de clientes, quais as dificuldades, qual o tempo indispensável para treinar funcionários. Quem abre uma loja de rua deve visitar o bairro, descobrir se existem estacionamentos e bancos próximos”, ensina Ferraz.
Para o consultor, nada melhor contra a ansiedade do que o conhecimento. “Com maior noção da realidade, a ansiedade diminui”, acredita.
Ter metas claras na cabeça e calcular o valor necessário para a sobrevivência, própria e do negócio, nos meses seguintes à abertura, é outra forma de minimizar a angústia.
“É bom fazer indicadores constantes mensurando os resultados que estão dando certo e os que não estão para saber o que pode ser mudado”, diz Celso Bazzola, diretor de projetos da Bazz, empresa especializada em consultoria e terceirização de recursos humanos.
Para Bazzola, a ansiedade pode ser driblada até pela limitação dos próprios objetivos.
“Um dos grandes males do empreendedor é achar que vai abrir um negócio e ficar rico. Ele deve se limitar ao alcançável, ter pé no chão e foco.”

Para realizar uma boa promoção: dicas de ouro


texto retirado na íntegra do site: http://www.sociedadedenegocios.com.br/RelacionamentoPJ/home/cuidardonegocio/para-realizar-uma-boa-promocao-dicas-de-ouro


Promoções podem ser algo positivo ou negativo para seu negócio. É preciso saber a melhor estratégia para atrair e fidelizar seu público.

“Leve 3, pague 2!”, “Compre hoje e ganhe um brinde!” e “Descontos de até 50%!” Promoções como essas, quando bem elaboradas, ajudam a alavancar as vendas de uma loja. Quando malfeitas, porém, podem prejudicar a imagem da marca e afastar os clientes.
As lojas fazem promoções basicamente por um só motivo: querem aumentar o fluxo de consumidores pelos corredores. Para isso, podem lançar mão de diversas estratégias, como uma queima de estoque ou descontos pontuais em alguns itens.
“Quando a empresa quer liberar o estoque para novos produtos, a promoção é interessante porque, se esses produtos demorarem para serem vendidos, podem levar à perda de dinheiro”, adverte Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas).
Promoções também são interessantes perto de datas comemorativas, como a Semana das Mães ou o mês de dezembro, por exemplo, porque fazem o empresário atrair um consumidor que já está naturalmente disposto a sair às compras.
Antes de lançar uma ação desse tipo, mas é preciso tomar alguns cuidados. Primeiro, diz Rodrigues, deve-se ter o custo do produto bem claro, assim como a estrutura de atendimento.
“Deve-se ter cuidado para não ir na onda das promoções e tomar prejuízo. Não dá para vender o produto abaixo de seu custo. Além disso, não adianta lotar o estabelecimento se não houver estrutura suficiente para atender aos clientes. Isso pode ter um efeito negativo.”
Prometer apenas o que pode ser oferecido é fundamental. Consumidor nenhum gosta de entrar numa loja atraído por uma placa chamativa e, depois, perceber que a oferta não era tão interessante assim. “É preciso ser claro no momento da comunicação, porque a má propaganda pode acabar custando mais do que pagar para desovar um estoque”, afirma Rodrigues.
Para chamar a atenção dos clientes, ensina o consultor, é necessário dar a eles a sensação de que estão tendo algum ganho. Por isso, a promoção precisa ter um prazo para acabar – isso causa um senso de urgência no consumidor, que não vai querer deixar passar a oportunidade.
A comunicação precisa ser clara e objetiva. Além disso, deve de fato chamar a atenção: seja uma faixa na vitrine, seja uma embalagem diferente, precisa ser algo que “cause impacto”.
Caso a campanha seja um sucesso, a dica do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é evitar repetir a mesma ação. Assim como no caso da promoção que não tem fim, a promoção que é repetida dá ao consumidor a sensação de que não é tão compensadora assim.
A orientação do Sebrae é fazer uma rotatividade de produtos e técnicas promocionais, oferecendo desconto numa ocasião, brindes e outras formas de pagamento mais adiante. Dessa forma, na percepção do cliente sempre haverá novos motivos para comprar.
10 dicas para fazer uma promoção
Foco
Determine os alvos a serem atingidos pela promoção. Estes alvos podem ser estabelecidos em relação ao público, produtos, volumes, região geográfica abrangida (bairro, cidade, região).
Tipo
Analise qual é o tipo de promoção mais adequada para aquele público, região e canal de distribuição. As técnicas promocionais mais usadas são: descontos ou prazos especiais, vale-brindes, sorteios, jogos.
Clareza
Definido o tipo de promoção, a comunicação da promoção precisa ser clara e objetiva. Frases curtas, que mostram facilmente as vantagens da ação, como “Leve 3, pague 2”, atraem os clientes.
Prazo
A promoção precisa ter prazo para acabar, porque isso cria uma sensação de urgência no cliente. Ele não vai querer se arriscar a perder a oportunidade e a decisão e compra será mais rápida.
Época
A época em que será feita a promoção depende do objetivo da empresa. Descontos próximos de datas comemorativas atraem clientes que já estão dispostos a ir às compras.
Verdade
Só prometa aquilo que realmente pode cumprir. Os consumidores percebem quando estão sendo enganados ou quando a empresa está maquiando os preços.
Estrutura
Não adianta lotar o estabelecimento se não houver estrutura suficiente para atender ao aumento do número de clientes. Isso pode ter um efeito negativo em vez de beneficiar a empresa.
Controle
Antes do lançamento da promoção, crie uma forma de controlar e acompanhar os resultados. Estas informações serão valiosas para a tomada de decisões no futuro.
Frequência
Quando uma ação é bem sucedida, deve-se tomar cuidado para não cair na tentação de repeti-la mais vezes logo em seguida. Uma boa saída é fazer uma rotatividade de produtos e técnicas promocionais. Dessa forma, na percepção do cliente sempre haverá novos motivos para comprar.
Investimento
A regra “quanto maior o investimento, melhor é o retorno” não é sempre verdadeira. Muitas promoções caríssimas não obtêm sucesso devido à sua complexidade. Por outro lado, a simplicidade e a perfeita sintonia com as motivações comuns do público sempre estão presentes nas promoções vencedoras.
Fontes: Mário Rodrigues, diretor do IBVendas, e Sebrae
O CONECTE SEU NEGÓCIO é uma iniciativa que vai ajudar micro e pequenas empresas a criar o seu primeiro site de maneira simples e rápida.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Achados da neurociência que são úteis para a carreira



      28/05/2013 10:27
De acordo com especialista, entender como o cérebro funciona pode ser um boa estratégia para o desenvolvimento profissional; entenda os motivos
Achados da neurociência que são úteis para a carreira
Os cientistas que tentam desenvolver soluções para prevenir ou curar doenças degenerativas não são os únicos a usufruir das descobertas da neurociência.
Começa a ganhar corpo no Brasil o chamado neurocoaching, prática que alia as técnicas de coaching com o estudo de como o cérebro funciona.
Segundo este novo conceito, a lógica de trabalho do nosso sistema nervoso pode influenciar muitas de nossas atitudes e entendê-la pode ser útil para o desenvolvimento pessoal e profissional.

A importância do treino, os mecanismos que levam ao stress e até a necessidade de ter boas noites de sono são algumas das pontes possíveis que a neurociência pode fazer com sua carreira.

Confira algumas delas, segundo Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e pesquisadora na área de neurociências.

Durma

Passar dias e noites insones para tirar um projeto do papel ou cumprir um prazo, além de cansativo, pode prejudicar seu desempenho. Dormir, segundo a especialista, aumenta a capacidade de memorização, atenção e concentração.

Para os dois últimos itens, a razão é simples: o cérebro precisa de energia e o sono é o melhor meio para recuperá-la. “A vigília só pode ser mantida se o sono estiver em dia”, afirma Carla.

Quem dedica 8 horas do dia ao sono, experimenta entre cinco e seis episódios do chamado sono R.E.M. “São nestes períodos que as memórias e aprendizados são consolidados”, diz a neurocientista. “Quanto menos sono, menos tempo mergulhado neste sono”. Resultado? Menos capacidade de memorização e, segundo a especialista, condições para aprender.

A regra é válida até para quem afirma se sentir revigorado mesmo após poucas horas de sono. “Quem dorme entre quatro e cinco horas têm mais chances de desenvolver quadros de stress e doenças cardiovasculares”, afirma.

Não descarte as emoções

Engana-se quem pensa que, na hora de decisões profissionais, o que você sente deve ser colocado de escanteio. De acordo com a especialista, quando bem gerenciadas, as emoções podem ser guias valiosos para as escolhas.
“As experiências de uma pessoa são traduzidas em sinais emocionais que se acumulam”, diz Carla. “Um animal que foi quase atacado por um predador quando estava na beira de um lago, não irá se lembrar do episódio quando retornar ao local, mesmo assim, ele não vai querer ficar ali”, exemplifica.
É a isso que a sabedoria popular chama de intuição. E apesar do tom abstrato (e até fantasioso) que este termo pode ter, a intuição nada mais é do que o aprendizado que tivemos no passado traduzido em “marcações emocionais”.

“Saber ler suas emoções faz com que elas não tomem conta de você. Faz com que você as transforme em algo que pode ser manipulado pela razão”. E, portanto, um dado útil para a hora de tomar decisões.

Desenvolva (bons) hábitos

A excelência em suas atividades profissionais só será conquistada se você treinar. “Ela não vem por um passe de mágica”, diz a especialista. “Você só vai ser disciplinado se todo dia de manhã se comprometer com a disciplina”.

E não adianta teimar na história de que você nasceu assim e será sempre assim. “O conceito de neuroplasticidade mostra que todo mundo pode se modificar”, afirma Carla. “Tudo é possível, basta que você crie o hábito”.

Segundo a especialista, para “economizar” energia, o sistema nervoso possui alguns sistemas automatizados. Esta reação automática é o seu hábito.

Para explicar o conceito, Carla compara um novato na cozinha e alguém que já está acostumado a cozinhar. De acordo com ela, o segundo irá gastar menos energia do que o primeiro. Motivo? “Ele já tem tudo automatizado”, diz.

Por isso, não basta apenas recitar palavras positivas (que até podem ter, segundo especialista, um efeito de motivação importante). É preciso praticar, treinar, se comprometer com a formação do seu novo hábito.

Ame o seu trabalho (ou crie um sistema de recompensas)

Os autores de autoajuda estão certos quando sugerem que pessoas bem sucedidas são apaixonadas pelo próprio trabalho. “A motivação é a base emocional que provoca o comportamento”, diz. “O aumento da dopamina faz com que seu sistema seja guiado para a ação”, diz.

Agora, se a paixão pelo trabalho não faz parte da sua história profissional, a dica da especialista é retardar a sua recompensa. Projete para o futuro algo que motiva você e que depende do que você vive hoje para ser realizado.

Estabeleça metas possíveis

Todo mundo, em medidas diferentes, tem problemas e desafios. Quando conseguem encará-los e solucioná-los, “estas pessoas se tornam heróis das próprias vidas. Elas chegam em casa cansados mas recompensados”, descreve Carla.

O problema está quando o desafio é maior do que sua capacidade de suportá-lo. A crise é ter problemas e não conseguir sair deles. É ser incapaz de, naquele momento, se adaptar às situações.

Nestas circunstâncias, o stress é a reação óbvia do organismo. “Quando um predador está por perto, o animal que sobrevive é o que consegue fugir ou lutar. Por isso, o sistema nervoso desenvolve esta resposta para que mais sangue seja direcionado para seus músculos e cérebro, para estimular seu corpo a responder àquela situação”, diz. A dica é negociar metas possíveis diante do seu contexto de trabalho.

Pratique exercícios físicos

“Os exercícios físicos desafiam seu corpo, estimulam a recuperação (você sente fome e sono). Eles ajudam até a aumentar a sua capacidade cognitiva porque elevam o suprimento sanguíneo para o cérebro”, enumera a especialista. “Cada vez que você faz uma atividade física é como se você sinalizasse para o seu corpo que você está, que você dá conta dos próprios desafios”.

Fonte: Exame