quinta-feira, 25 de abril de 2013

Especialistas ensinam como inspirar e motivar funcionários


texto retirado na íntegra do site:



Uma equipe desmotivada pode gerar efeitos graves em uma empresa.
Pouco comprometimento, atraso na entrega de tarefas e baixa produtividade são só alguns deles. Especialistas ouvidos pelo Portal Sociedade de Negócios alertam, porém, que é possível motivar a equipe e inspirar os funcionários com atitudes simples.
Muitas vezes, a desmotivação acontece por causa da falta de transparência ou de desafios. “Deixar uma equipe sem desafios é o maior erro que uma empresa comete”, diz a gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Jaqueline Almeida.
Jaqueline diz que a realização de uma pesquisa de clima organizacional e a busca por feedbacks constantes são fundamentais. “A grande questão é identificar quando o funcionário está começando a se desmotivar para facilitar a mudança da situação o quanto antes”, afirma.
Outra saída, diz ela, é fazer planos de avaliação de desempenho e planos de cargos e salários com regras e competências bem definidas. “O empreendedor deve evitar o clima de incerteza. Não estar ciente dos planos e objetivos da empresa é um fator primordial para a desmotivação e desmobilização, além do fato de a dúvida gerar, naturalmente, fantasias que, na maioria das vezes, são vistas muito mais para o lado negativo do que para o positivo.”
Diretoria deve estar próxima dos funcionários
Para o consultor de gestão de pessoas Eduardo Ferraz, as pequenas e médias empresas têm um diferencial importante com relação às grandes, quando o objetivo é incentivar os funcionários. Apesar de geralmente elas não terem recursos para pagar bônus e prêmios por desempenho, a proximidade com os funcionários é uma vantagem.
“O próprio dono da empresa pode ser a maior fonte de inspiração para seus funcionários. Se não existe dinheiro para contratar uma consultoria ou um palestrante, ele pode se reunir com os colaborares duas vezes por semana para dividir sua experiência”, sugere o consultor. Esse é um diferencial importante porque, nas grandes empresas, dificilmente o funcionário terá acesso direto aos diretores.

Da mesma forma, se faltam recursos para aumento de salário, as pequenas e médias empresas podem colocar suas fichas em outras estratégias que tendem a conquistar a simpatia dos funcionários. “Oferecer flexibilidade de horário, permitir que o funcionário saia mais cedo para fazer um curso, por exemplo”, ensina Ferraz.

Motive sua equipe!
1. Procure manter os líderes sempre bem perto dos colaboradores. O próprio dono da empresa pode dar palestras para orientar funcionários, contando a sua experiência.
2. Desafie a equipe com metas e novos projetos. Tenha certeza, porém, de que os desafios são possíveis de ser alcançados.
3. Faça pesquisas de clima organizacional e a busque feedbacks constantes. Dessa forma, fatores que possam causar desmotivação serão descobertos logo e poderão ser combatidos.
4. Dê ao colaborador uma perspectiva de crescimento na empresa, criando planos de carreira e salários transparentes.
5. Ofereça flexibilidade de horário aos funcionários. Esse é um diferencial difícil de ser encontrado em empresas maiores, o que vai fazer com o colaborador valorize a oportunidade.
6. Sempre termine uma crítica com demonstração de confiança.

Fonte: Portal Sociedade de Negócios

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Transformando ideias em negócios: cinco dicas


texto retirado na íntegra do site: http://sociedadedenegocios.com.br/RelacionamentoPJ/home/empreendedorindividual/transformando-ideias-em-negocios-cinco-dicas


O primeiro passo para quem quer virar empreendedor é ter uma ideia

O primeiro passo para quem quer virar empreendedor é ter uma ideia: pensar num produto ou serviço que pode ser vendido e, futuramente, dar algum retorno financeiro. O caminho que essa ideia vai percorrer até se transformar efetivamente em um negócio, porém, é longo e requer uma série de cuidados.
Especialistas consultados pelo Portal Sociedade de Negócios dizem que é preciso colocar na ponta do lápis os custos envolvidos nessa ideia e conhecer detalhes do mercado em que a empresa pretende atuar. Nem sempre, no entanto, os pequenos e médios empreendedores tomam atitudes como essa.
O mais comum, diz o professor de Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral Afonso Cozzi, é o empreendedor se dedicar à criação do produto ou serviço e depois pensar em como vai vendê-lo para, só então, tentar descobrir se existe público para aquela ideia.
A dica de Cozzi é que esse processo seja invertido e o empreendedor, depois de criar o produto, mantenha o foco no cliente. “É fundamental identificar se existem oportunidades de mercado. Uma ideia sem possibilidade de execução é inútil”, diz.
Planejar detalhes da operação também é fundamental antes de se tirar uma ideia do papel.
“Muitos negócios não vão adiante porque, em algum momento, falta capital de giro. O empreendedor não projetou que iria receberpagamentos em cinco vezes no cartão de crédito e que, enquanto aqueles valores não estivessem disponíveis, precisaria de capital para girar o negócio”, exemplifica Márcio Iavelberg, sócio da Blue Numbers Consultoria Empresarial, e especializada no atendimento de PMEs. 

O grande problema, segundo Iavelberg, é que muitos empreendedores só percebem esses detalhes ou procuram ajuda depois de passar por algum fracasso. “Em geral, quem procura ajuda é quem já teve outros negócios que acabaram dando não certo.”

5 dicas para transformar sua ideia em um negócio
Inverta o processo
Os empreendedores geralmente se preocupam em criar o produto, conceber seu design, produzir, escolher a forma de venda e, só então, em quem será seu público. O professor da Fundação Dom Cabral Afonso Cozzi sugere mudanças nessa ordem de pensamento: depois que o produto for concebido, é preciso saber se existe real demanda no mercado. A partir daí, o produto deve ser modificado e aperfeiçoado de acordo com essa demanda.
Descubra as características dos clientes
Para descobrir se existe demanda real por um produto ou serviço, é preciso analisar a concorrência. Além disso, deve-se verificar as características da população da cidade ou bairro em que se pretende atuar: o poder aquisitivo é bom o suficiente para que as pessoas tenham condições de comprar o produto?
Calcule os custos de produção
“Faça um levantamento de todos os custos envolvidos na ideia”, sugere Márcio Iavelberg, sócio da Blue Numbers Consultoria Empresarial. Entre esses custos estão, por exemplo, o gasto com matéria-prima, mão de obra, impostos, investimentos em máquinas e equipamentos, conta de telefone e aluguel de escritório.
Determine formas de pagamentos
Determine as formas de pagamento que estarão disponíveis para os seus clientes. Se a empresa for receber pagamento parcelado no cartão de crédito, será necessário ter capital de giro para manter o negócio enquanto o dinheiro do cliente não cai na conta.
Estipule metas
Defina metas de vendas por mês e, a partir daí, faça uma projeção do tempo necessário para que o investimento dê retorno. Essa atitude é importante até para atrair investidores externos para o negócio.

Fonte: Portal Sociedade de Negócios

terça-feira, 23 de abril de 2013

Conheça a economia criativa, que já movimenta quase 3% do PIB


texto retirado na íntegra do site: http://sociedadedenegocios.com.br/RelacionamentoPJ/home/abrirumnegocio/conheca-a-economia-criativa-que-ja-movimenta-quase-3--do-pib



Um grupo de moradores de uma cidade amazônica usa sementes para produzir acessórios.
Um grupo de moradores de uma cidade amazônica usa sementes para produzir acessórios que serão, depois, vendidos aos turistas. Uma empresa de tecnologia elabora um produto que, além de revolucionário, é simples e funcional. As duas situações estão inseridas em um segmento da economia que vem sendo cada vez mais valorizado no mundo todo: o da criatividade.
A economia criativa é aquela que usa, como o próprio nome diz, a criatividade como principal diferencial. Ela é baseada no valor da ideia que gerou um produto ou serviço, indo além da tecnologia usada na criação ou na habilidade técnica dos funcionários, por exemplo.
Entre os setores diretamente vinculados a esse segmento estão moda, design, arquitetura, propaganda e arte. Indústrias tradicionais que se valem da criatividade de seus funcionários para criar produtos ou mudar processos produtivos também podem ser incluídas nessa lista.
Setor cresce 6,3% ao ano
No Brasil, o tamanho desse segmento, constituído predominantemente por pequenas e médias empresas, ainda é difícil de ser mensurado. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que os setores criativos movimentaram, em 2010, R$ 104,37 bilhões no Brasil, o que corresponde a 2,84% do PIB (Produto Interno Bruto).
O setor vem crescendo a uma taxa média 6,3% nos últimos cinco anos. É mais do que a média de crescimento do próprio PIB, de 4,3%. Mas, como os dados se referem apenas a empresas formais, os números podem ser bem maiores.
Transformando criatividade em negócio
No ano passado, o potencial desse segmento resultou na criação da Secretaria da Economia Criativa, vinculada ao Ministério da Cultura. O maior desafio agora, dizem os especialistas, é formar empreendedores capazes de transformar a criatividade em negócio.
“Para aproveitar ao máximo a criatividade das pessoas, é preciso colocar uma estratégia em prática. Isso exige planejamento, investimento em empreendedorismo e capacitação, além de acesso a financiamento”, diz ao Portal Sociedade de Negócios Ana Carla Fonseca, sócia-diretora da consultoria Garimpo de Soluções e especialista em economia criativa.
Ela diz que a criatividade deve ser estimulada não só na criação de produtos e serviços, mas também no desenvolvimento de processos produtivos diferenciados, que possam gerar economia para a empresa.  “É preciso investigar novos modelos de colaboração e trabalho, ou seja, colocar a criatividade para funcionar também no próprio negócio.”

Empreendedor precisa saber enxergar oportunidades
Treinar empreendedores para enxergar potencial criativo em seus produtos e funcionários é outra necessidade. “O Brasil é muito rico em possibilidades para a economia criativa. Mas o empreendedor precisa estar preparado para enxergá-las. Para isso, é preciso educação”, afirma Cláudio Gonçalves, professor de MBA em Gestão de Riscos da Trevisan Escola de Negócios.
Gonçalves cita como exemplos os trabalhos feitos por cooperativas de trabalhadores em pequenas cidades do Pará, do Amazonas e do Acre, que transformam matéria-prima regional em produtos, com cosméticos e acessórios. “Essas iniciativas só vão gerar valor e emprego se houver um empreendedor por trás delas.”
Para o professor Wesley Mendes da Silva, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP/FGV), é preciso ainda treinamento adequado. “Iniciativas pontuais são louváveis, mas não é a partir disso que se constrói uma economia forte. A criatividade e a inovação dependem também do domínio da tecnologia”, defende.

Fonte: Portal Sociedade de Negócios

domingo, 21 de abril de 2013

A importância das redes sociais para as PMEs


texto retirado na íntegra do site:http://sociedadedenegocios.com.br/RelacionamentoPJ/home/cuidardonegocio/a-importancia-das-redes-sociais-para-as-pmes


72% dos internautas do país acompanham marcas ou produtos nas mídias sociais.
As redes sociais são, para pequenas e médias empresas, o caminho mais curto e mais barato para a divulgação de produtos e serviços. Manter um perfil no Facebook ou no Twitter, porém, requer atualização constante e capacidade para responder às demandas dos clientes registradas na internet.
Uma das vantagens das redes sociais é o preço. “As redes sociais são mais baratas que anúncios em TV ou rádio, por exemplo. Para as PMEs, que não possuem a mesma verba para marketing e comunicação, estes canais têm um retorno extremamente positivo”, diz Meriellin Albuquerque, sócia e diretora de planejamento da Ato Z Comunicação, agência especializada em comunicação para pequenas e médias empresas.
As redes sociais também ajudam a empresa a economizar, indiretamente, com outras despesas. A interação com os consumidores permite que a empresa conheça seu cliente e identifique quais são seus desejos e, assim, desenvolva seu portfólio de acordo com a demanda, sem a necessidade de fazer pesquisas de opinião. Podem, também, gerar economia com a conta do telefone 0800.
Perfil atualizado e conteúdo novo
Meriellin ressaltaque é preciso gerenciar as redes de maneira correta. Atualizar os perfis constantemente dá credibilidade à empresa. Oferecer conteúdo novo para os clientes faz com que eles sempre visitem a página.
Isso não significa, no entanto, “bombardear” os seguidores com ofertas. “As redes não devem ser usadas de forma canibalizada. É comum a empresa entrar no Facebook e anunciar produtos enviando spam”, diz Claúdio Coelho, presidente da Skalebla, que desenvolve ações online para empresas.
Para ele, os perfis das empresas nas redes sociais devem ser usados, sobretudo, para monitorar os clientes. É fundamental dar atenção a queixas e tentar resolvê-las assim que surgirem – até porque, na internet, uma crítica é facilmente propagada, e isso pode afetar a credibilidade da empresa.
72% dos internautas seguem empresas nas redes
A pesquisa “Produção e difusão da mídia social entre os brasileiros”, feita pela empresa eCMetrics, mostra que 72% dos internautas no País acompanham marcas ou produtos nas mídias sociais.
Segundo o estudo, 31% dos entrevistados seguem as empresas porque percebem que outras pessoas apreciam suas marcas. Já 29% disseram que têm vontade de aprender mais sobre a companhia e obter mais informação sobre produtos.
5 dicas para criar perfis em redes sociais
Manter o site atualizado
Antes de fazer ações nas redes sociais, é importante manter o site da empresa atualizado. É para lá que clientes e fornecedores vão se direcionar quando mais informações sobre o negócio.
Tenha contato com clientes
As redes sociais permitem à empresa interagir com seu público. Com isso, a marca pode conhecer consumidores, identificar desejos e fazer que seu mix de produtos e serviços seja cada vez mais assertivo para seu público-alvo.
Alinhe o conteúdo
O alinhamento do conteúdo para que o usuário saiba o que poderá encontrar no perfil da marca, assim como criar cronograma com possíveis ações e promoções, é estratégico para dar visibilidade à marca.
Planeje
Monitorar canais, produzir conteúdos relevantes aos consumidores e se relacionar com clientes são estratégias fundamentais para PMEs ganharem força nas redes sociais.
Profissionalize-se
Apesar de parecer fácil, a atuação em redes sociais é uma estratégia de marketing, que deve seguir as diretrizes apontadas pela empresa em seu plano. O ideal é contar com um profissional especializado no assunto.
Fonte: Meriellin Albuquerque, sócia e diretora de planejamento da Ato Z Comunicação

Como atender bem seu cliente nas redes sociais
As redes sociais deram um poder nunca antes visto ao consumidor. As reclamações e críticas de um cliente mal atendido ou insatisfeito com seu produto ou serviço agora não fica mais apenas no pequeno círculo de amizades. Pelo contrário, podem tomar proporções irreversíveis em termos de visibilidade e afetar drasticamente a forma como sua empresa é reconhecida no mercado. 

Fonte: Portal Sociedade de Negócios

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Você sabe qual o melhor tipo de crédito para a sua empresa?


texto retirado na íntegra do site: http://sociedadedenegocios.com.br/RelacionamentoPJ/home/abrirumnegocio/voce-sabe-qual-o-melhor-tipo-de-credito-para-a-sua-empresa


Seja na hora de abrir, expandir ou modernizar, a escolha por uma opção de financiamento deve estar em sintonia com a real necessidade da sua empresa.
Cada vez mais, bancos públicos e privados, assim como as Cooperativas de Crédito e as Instituições de Microcrédito, têm demonstrado interesse em atender às micro e pequenas empresas, sejam elas formais ou informais.
São muitas as linhas de crédito disponibilizadas por essas instituições e, para escolher a mais adequada para suas necessidades, faz-se necessária uma minuciosa pesquisa das opções oferecidas no portfólio de cada instituição financeira. As mais comuns são as linhas de crédito para empréstimos de capital de giro e para o financiamento de projetos de investimento, com ou sem capital de giro associado.
Conhecendo com clareza a necessidade de sua empresa, parta para a avaliação da modalidade mais adequada, informando-se sobre suas características e condições. Vale começar pelo seu banco de relacionamento e, se julgar necessário, buscar também outros agentes financeiros. Mas, antes de iniciar efetivamente a sua procura, conheça abaixo alguns aspectos sobre o assunto e que poderão auxiliá-lo na percepção sobre a melhor linha de crédito a ser escolhida.
Quando buscar financiamento
Independentemente do tamanho da empresa, quando surgir a necessidade de capital, seja para iniciar o negócio, comprar mercadorias e matéria-prima, contratar mão de obra etc., e não houver recursos disponíveis, o empreendedor conta com a opção de buscar um financiamento.
Veja abaixo os motivadores mais comuns para esta ação:
Implantação
É o início das atividades da empresa.
Ampliação
Quando o empreendedor percebe que é o momento de a empresa expandir, seja através da compra de máquinas ou de contratação de pessoal, por exemplo.
Modernização
Quando a empresa precisa adquirir equipamentos, tecnologias e mão de obra mais especializada para continuar competitiva.
Mudança de sede
Quando a empresa precisa mudar de endereço por causa de processos de expansão, modernização ou algum outro fator inesperado.
Quais são as principais modalidades a que se destinam os financiamentos?
Investimento fixo
Recurso financeiro destinado à compra de máquinas e/ou equipamentos, obras civis para a implantação, ampliação, modernização ou funcionamento da empresa. Geralmente ligado a investimentos de ordem mais estrutural.
Capital de giro
Recurso financeiro destinado à compra de mercadorias, matérias-primas, reposição de estoques, despesas administrativas etc.
Capital de giro associado ao investimento
Recurso financeiro destinado a cobrir investimentos realizados. Ao comprar uma máquina, por exemplo, a empresa pode precisar de matéria-prima para produzir e, neste caso, será financiado o capital de giro. Podem também ser financiados construções civis e benfeitorias, máquinas e equipamentos que fiquem integrados definitivamente ao imóvel.
Qual é a melhor opção para sua empresa
Em resumo, as melhores linhas de crédito para sua empresa são aquelas em que você consegue o que precisa, nas condições que deseja e que estão de acordo com o momento financeiro de seu empreendimento. Um modo de verificar este dado é observar se o valor e a dívida decorrentes do financiamento cabem no que fora calculado no plano de negócio. Para capital de giro, por exemplo, entre as inúmeras linhas oferecidas, uma opção interessante pode ser aquela em que você consegue acessar os recursos rapidamente, pelo menor custo e o maior prazo para pagamento.
As instituições financeiras costumam atuar como consultoras e, muitas vezes, são capazes de indicar linhas de crédito mais adequadas. Vale a pena reunir e utilizar estas informações.
Fonte: Portal Sociedade de Negócios

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Para cada necessidade financeira, uma solução adequada.


texto retirado na íntegra do site:  http://sociedadedenegocios.com.br/RelacionamentoPJ/home/abrirumnegocio/para-cada-necessidade-financeira-uma-solucao-adequada


Pesquisar as melhores opções e condições oferecidas pelos diferentes bancos é a chave para quem necessita encontrar a solução financeira ideal para a própria empresa.
São muitas as soluções financeiras disponíveis no mercado, variando de acordo com cada instituição financeira, assim como as suas características, benefícios e condições.
Mais uma vez, da mesma forma que ocorre no processo de obtenção de financiamentos, é básico que o empreendedor determine quais são suas necessidades, que pesquise quais são os bancos que oferecem soluções para elas e também qual deles negocia as condições mais adequadas para a realidade da sua empresa. Começar essa pesquisa pelo banco onde você já possui conta pode ser uma vantagem, pois alguns benefícios podem ser conseguidos pelo seu histórico como cliente e seu relacionamento com o gerente.
Ainda assim, como a oferta de soluções aumenta e se aperfeiçoa a cada dia, pode ser interessante visitar diferentes bancos e se informar sobre o portfólio de produtos e serviços de cada um. Assim você tem a oportunidade de ampliar as possibilidades e conhecer novas alternativas, que, eventualmente, poderão facilitar vários aspectos da gestão da sua empresa.
Conheça as principais soluções financeiras do mercado:
Crédito
São as linhas de financiamento destinadas a uma necessidade específica da sua empresa, como ampliação e modernização, aquisição de equipamentos e matéria-prima, capital de giro, crédito imobiliário e compra de veículos.
Gestão do Caixa
Existem diferentes tipos de soluções de gestão do caixa, das mais tradicionais às mais inovadoras, sempre com o objetivo de facilitar o controle e a administração financeira da empresa. São sistemas inteligentes e totalmente adequados a cada necessidade, que gerenciam e unificam o acompanhamento de contas, consolidam extratos, acompanham a movimentação, efetuam pagamentos e o que mais sua empresa precisar.
Pagamentos
Na hora de garantir uma gestão eficiente do fluxo de caixa, conte com produtos e serviços desenvolvidos para ajudar sua empresa a controlar e efetuar qualquer tipo de pagamento. Serviços de débito automático, malote e agendamento e pagamento de impostos são algumas das soluções disponíveis.
Recebimento
As soluções de recebimento ajudam você a controlar o dinheiro que entra na sua empresa através da conta, por meio de controle da carteira de cheques pré-datados, identificação de depósito e sistema de cobrança integrado à emissão de Nota Fiscal Eletrônica. Existem também soluções específicas para o recebimento de transações feitas com cartões de crédito e débito e para operações realizadas em ambiente virtual, entre muitas outras.
Cartões Corporativos
São diferentes tipos de cartões empresariais com características e funcionalidades próprias. Além dos cartões de crédito, que parcelam, automatizam pagamentos e ajudam a controlar despesas, e os cartões de débito, que facilitam o dia a dia, existem os cartões de benefícios, que facilitam os processos e a vida dos funcionários. Eles são carregados e podem ser destinados para alimentação, refeição e abastecimento, por exemplo, de acordo com o que a sua empresa precisar. 
Consórcio
Cada vez mais, as instituições financeiras diversificam a oferta de consórcios para as micro e pequenas empresas. Eles oferecem diferentes taxas, prazos e tipos de grupos, para a aquisição de equipamentos, automóveis, imóveis e terrenos, entre outros, de forma planejada, sem juros ou burocracia.
Investimentos
Uma tendência entre as empresas de pequeno porte, aplicar parte do lucro em fundos de investimento pode oferecer grandes vantagens para o negócio. As modalidades, assim como seus rendimentos, dependem do valor, prazo e expectativas de cada empreendedor. O importante é pesquisar e escolher a mais adequada para o seu negócio.
Além dessas, existem ainda soluções financeiras para empresas que exportam, desejam fazer seguros ou previdência ou precisam de ajuda para os processos financeiros do RH. Conheça cada uma delas nos próximos artigos.
Fonte: Portal Sociedade de Negócios

terça-feira, 16 de abril de 2013

Tendência X modismo. Conheça as diferenças


texto retirado na íntegra do site: http://sociedadedenegocios.com.br/RelacionamentoPJ/home/abrirumnegocio/tendencia-x-modismo-conheca-as-diferencas


Tendência X modismo. Conheça as diferenças

20/03/2013 - 10h20
Antes de montar um negócio, é preciso estar atento.

Quem planeja abrir uma empresa quase sempre se vê diante de inúmeras oportunidades de mercado. Antes de montar um negócio, porém, é preciso estar atento para bem separar “tendência” de “modismo passageiro”. Esse conhecimento pode ser determinante para o sucesso (ou fracasso) do negócio, garantem os especialistas ouvidos pelo Portal Sociedade de Negócios.
As tendências com boas perspectivas futuras são aquelas ligadas a movimentos estruturais da economia: o aumento do consumo da população de renda mais baixa, por exemplo, cria um mar de oportunidades para os empreendedores. “Essa é uma tendência estrutural, ou seja, veio para ficar. Estão em alta segmentos como a estética, a saúde e a educação para esses consumidores”, exemplifica Edison Audi Kalaf, professor da Business School São Paulo (BSP).
Além de serviços e produtos voltados à nova classe média, o coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, Marcelo Nakagawa, cita ainda duas tendências que acabaram se mostrando acertadas nos últimos anos. Uma foi mercado de produtos pet, que já movimenta mais de R$ 12 bilhões no País. A outra foi o mercado imobiliário, que se desenvolveu diante da demanda reprimida por imóveis novos.
Modismos perdem apelo com o tempo
Os modismos, por outro lado, normalmente são baseados em gostos e hábitos que ganham notoriedade momentânea.
“Um bom exemplo são os produtos ou serviços vindos de uma região exótica e que ganham popularidade graças a um programa de televisão de grande audiência. Quando o programa acaba ou perde o apelo inicial, o interesse pelo produto ou serviço acaba junto”, lembra Kalaf, da BSP.
Outro segmento citado pelos especialistas é o de estabelecimentos voltados à alimentação saudável. “Por mais que todo mundo saiba da importância da alimentação saudável, ainda há poucos players com sucesso no mercado”, alerta Nakagawa, do Insper.
Plano de negócios pode evitar ‘furadas’
Para evitar um erro de julgamento no início, o empreendedor deve recorrer a uma ferramenta nem sempre utilizada, mas essencial: um plano de negócios. Bem estruturado, ele permitirá que o empreendedor reúna informações sobre o mercado em que pretende atuar.
Esse planejamento deve considerar as diferenças regionais, já que um produto ou serviço que é interessante para o consumidor do Sul pode não ter o mesmo apelo para o do Nordeste.
“O Brasil é um país com grandes diferenças regionais. Negócios ligados a entretenimento e hotelaria, certamente, terão diferentes enfoques por questões locais e suas estratégias deverão ser focadas no público-alvo. Um hotel em uma localidade específica pode explorar o turismo ecológico, enquanto que, em uma grande cidade, os visitantes estarão mais direcionados às reuniões de negócios”, diz Kalaf, da BSP.

4 dicas para não cair em 'armadilhas'
Fique atendo a produtos ou serviços ligados a hábitos que ganham notoriedade momentânea. Negócios baseados em modismos tendem a perder o apelo com o passar do tempo.
Opte por negócios beneficiados por transformações estruturais na economia. O aumento da renda e do consumo da classe C veio para ficar. Produtos e serviços destinados a essa população tendem a prosperar.
Faça um plano de negócios para evitar um erro de julgamento. Ele permitirá que você reúna informações sobre o mercado em que pretende atuar.
Considere diferenças regionais, já que algo que é interessante para o consumidor do Sul pode não ter o mesmo apelo para o do Nordeste.

Fonte: Portal Sociedade de Negócios

sábado, 6 de abril de 2013

Como se organizar e não levar trabalho para casa


— registrado em: 

      25/02/2013 15:28
Como se organizar e não levar trabalho para casa
Trabalhar muitas horas é um problema da maioria dos profissionais. Uma pesquisa da International Stress Management Association do Brasil (ISMA Brasil) com 1.000 executivos de São Paulo e do Rio Grande do Sul mostra que 62% deles apontam a falta de tempo como fonte de estresse. Mas pouca gente se planeja direito para cumprir as tarefas. "Se não houver gerenciamento do tempo, o profissional fica refém das circunstâncias", diz João Baptista Brandão, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV-Eaesp). As soluções para melhorar a gestão do tempo podem ser simples. Pequenos ajustes na agenda já produzem ganhos de eficiência. Conheça sete estratégias triviais de produtividade contadas por executivos que já conseguiram se organizar.

Para quem é fã dos métodos - Técnicas de organização começaram a fazer a cabeça de muita gente. Uma dessas é a Pomodoro. Inventada pelo empresário italiano Francesco Cirillo na década de 1990, ela ensina o profissional a se concentrar em uma atividade por 25 minutos seguidos e fazer pausas de 3 a 5 minutos. Seu criador marcava o tempo com um temporizador, espécie de cronômetro, em forma de tomate — daí o nome pomodoro (tomate, em italiano). Já a técnica GTD foi criada pelo consultor de produtividade David Allen, autor de A Arte de Fazer Acontecer (Ed. Campus/Elsevier). A ideia é escrever tudo o que é preciso fazer ao longo do dia para não ter de ficar pensando sobre isso. "Eu divido grandes projetos em pequenas metas. Minha produtividade aumentou muito e consigo mais tempo para fazer outras coisas", diz Alisson Paiva, de 24 anos, engenheiro de software da Ci&T, de São Paulo.

Tecnologia a favor da rotina - Aplicativos de smartphones e tablets são a nova moda para organizar tarefas. Um dos mais famosos é o Evernote, disponível para iOS, Windows e Android, no qual é possível fazer anotações, armazenar arquivos e compartilhar informações. "Coloco todas as informações de trabalho na nuvem e compartilho com minha equipe", diz Sérgio Zoccoli, de 45 anos, diretor de marketing da Box-Brazil, serviço online de importação de mercadorias. Ele também indica o Pulse, que organiza compromissos diários, e o DropBox, para compartilhar arquivos.

Brechas para emergências - Deixe períodos livres ao longo do dia para resolver emergências. "Você não vai conseguir realizar tudo o que planejou se preencher o dia todo com tarefas", diz Christian Barbosa, da Triad, consultoria de gestão de tempo, de São Paulo. O ideal é deixar livre 20% do tempo — duas horas para quem trabalha até dez horas por dia.

20 e-mails na caixa de entrada - Terminar o dia com 20 mensagens na caixa de e-mail é a estratégia de Yuri Fiaschi, de 32 aos, diretor de novos negócios da Spring Wireless, empresa de software para celulares, de São Pulo. Essas mensagens são as tarefas que ele tratará no dia seguinte. Yuri separa as 20 mnsagens por cores. As vermelhas são as urgentes e devem ser resolvidas na primeira hora; as azuis são as importantes, que podem ser concluídas ao longo do dia; as demais podem esperar, desde que ao fim do expediente restem, no máximo, 20. "Isso evita bagunça", diz Yuri, que checa a caixa postal quatro vezes ao dia.

Hora do dia - Acompanhar o comportamento da produtividade pessoal ao longo do dia é uma forma de identificar momentos em que a disposição para o trabalho está mais alta ou mais baixa. "Entender qual é o período em que você rende mais pode ajudar a fazer um planejamento mais adequado", diz Fernando Serra, professor da HSM Educação. A gerente de marketing Renata Midori, de 31 anos, do Núcleo Ser, empresa de treinamento de São Paulo, prefere usar a manhã para responder a e-mails e tocar tarefas administrativas. Ela reserva a tarde para conversar com clientes. Planilhas e assuntos financeiros ficam para o fim do dia, período em que está só e pode se concentrar. "Assim, aproveito melhor o tempo", diz Renata.

Tudo no calendário - O calendário continua sendo a principal ferramenta de organização. "É a melhor maneira de ter acesso rápido a tarefas e compromissos", diz Juliana Vedovato, de 37 anos, gerente executiva para as Américas da ADP, empresa de serviços de RH, que troca informações com pessoas que estão em cinco fusos horários diferentes. Dessa forma, ela não deixa tarefas ou encontros para marcar de última hora, correndo o risco de esquecer. "Planejo tudo com três dias de antecedência", diz.

Estabeleça critérios - Dedicar tempo ao que é mais importante por meio de critérios ajuda a organizar a agenda. A semana de Victor Bicalho, de 30 anos, gerente de atendimento da Totvs de Minas Gerais, é ajustada conforme as atividades que ele considera prioritárias. As vendas e o contato com clientes são a atividade mais importante, que tomam 50% da agenda semanal. Outros 30% do tempo são dedicados a apoiar a equipe. "Entre um compromisso prioritário e outro nem tanto, fico com o primeiro", diz Victor.


Fonte: Info Exame

As 23 melhores faculdades de Administração do Brasil


— registrado em: 

      28/02/2013 10:31
As 23 melhores faculdades de Administração do Brasil
Administração é o gerenciamento dos recursos humanos, materiais e financeiros de uma organização. O administrador é o profissional responsável pelo planejamento das estratégias e pelo gerenciamento do dia a dia de uma empresa. Ele ajuda a definir, a analisar e a cumprir as metas da organização.
No curso de Administração, que é o bacharelado com o maior número de formados ao ano, o aluno estuda disciplinas básicas nos dois primeiros anos (matemática, estatística, direito, sociologia, contabilidade e informática). A partir do terceiro ano, ele passa a ter aulas de logística, finanças, marketing e recursos humanos. Algumas escolas exigem uma monografia de conclusão de curso, além do período de estágio.
Apesar de tantos formandos anualmente, o mercado de trabalho ainda tem espaço para absorver jovens profissionais. Há um déficit de administradores para gerir pequenas, médias ou até mesmo grandes empresas. Esse profissional é procurado em todos os setores do mercado – industrial, comercial, de serviços ou agronegócio.
Gostou de Administração? Confira as melhores faculdades do Brasil:
Nome da Faculdade
Estrelas
Universidade Federal do Amazonas (Ufam)
5
Instituto Federal da Bahia (IFBA)
5
Universidade Federal da Bahia (UFBA)
5
Universidade de Brasília (UnB)
5
Ibmec-MG
5
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
5
Universidade Federal de Itajubá (Unifei)
5
Universidade Federal de Lavras (Ufla)
5
Universidade Federal de Viçosa (UFB)
5
Universidade Federal do Paraná (UFPR)
5
Fundação Getúlio Vargas (FGV)
5
Ibmec-RJ
5
Pontifícia Universidade Católica RJ (PUC-Rio)
5
Universidade Federal doRio de Janeiro (UFRJ)
5
Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
5
Pontifícia Universidade Católica RS (PUCRS)
5
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
5
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
5
Unisinos
5
Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc)
5
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
5
Fundação Getúlio Vargas Eaesp
5
Insper Instituto de Ensino e Pesquisa
5

* lista em organizada por estado e  ordem alfabética
*Dados do GUIA DO ESTUDANTE Profissões Vestibular 2012.


Fonte: Guia do Estudante

Como falar dos seus defeitos em uma entrevista de emprego


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      05/03/2013 10:17
A pergunta que pode fazer a maioria dos candidatos gaguejar na hora da resposta pode ser a sua grande vantagem para conseguir a vaga de emprego e conquistar o recrutador
Como falar dos seus defeitos em uma entrevista de emprego
Tudo está indo bem durante a entrevista de emprego. O recrutador parece satisfeito com suas respostas e você está confiante de que todas as horas de preparação e esforço começarão a valer à pena. Já consegue se visualizar na empresa e procura identificar qual seriam suas primeiras tarefas. Tudo está correndo bem. Até que aquela pergunta é feita. A pergunta que assusta muitos, talvez a maioria dos candidatos: "Qual é seu maior defeito?". Na tentativa de desviar a atenção de suas falhas, muitos optam pelo lugar-comum do “sou muito perfeccionista”. Mas você sabe que essa resposta não agrada nenhum entrevistador e, na realidade, não diz aquilo que ele realmente gostaria de saber.

Ninguém melhor para responder essa questão do que você mesmo. A chave para que você saiba como proceder quando algo do tipo surge durante o processo seletivo é ser estratégico e confiante, já que ninguém é perfeito. A honestidade será sua melhor ferramenta e irá mostrar tanto para o recrutador como para você mesmo que não há o que temer.

Imagine que a vaga está aberta para designers e você atinge todos os pré-requisitos que a empresa solicita. Mesmo sabendo que suas capacidades são aquilo que o entrevistador procura, você não sabe o que ou como falar sobre suas fraquezas, pois tem medo de passar a impressão errada sobre seu perfil. A sua fraqueza está em trabalhar com números, por exemplo. Você realmente fica perdido durante uma reunião sobre orçamentos. Acontece, porém, que você não está sendo contratado para trabalhar com finanças, mas sim pelo seu potencial como designer.

Entender esse exemplo é essencial para que você consiga responder a essa questão durante uma entrevista. Dê ao entrevistador um defeito seu que não irá comprometer sua candidatura ao emprego, muito menos o trabalho que irá realizar se for contratado.


Fonte: Universia Brasil

Dez erros que devem ser evitados pelos recrutadores


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      05/03/2013 10:27
A entrevista de emprego é um momento relativamente tenso para os candidatos. Mas, engana-se quem pensa que só eles cometem gafes. Os recrutadores também podem errar.
Dez erros que devem ser evitados pelos recrutadores
“Por falta de preparo ou inexperiência em recrutamento, o entrevistador pode utilizar mal o tempo da entrevista. Esta não deve ser uma mera conversa. Tanto entrevistado quanto recrutador devem estar preparados para ir além das informações do currículo e entenderem o que é melhor para a empresa”, explica Cassio Quintao, sócio da PROFF Gente & Gestão.
O processo de seleção possui três etapas fundamentais: identificar as necessidades da empresa, traçar o perfil de quem ocupará a vaga e selecionar o profissional mais apropriado para a função. Uma seleção eficiente impacta na retenção do funcionário, reduzindo o índice de turn-over e melhorando os resultados da equipe.
Cassio destaca abaixo as falhas mais comuns dos recrutadores nos processos de seleção e como evitá-los:
1.       Falar mais do que ouvir: o recrutador deve explicar quais serão as funções da vaga e como funciona a empresa. No entanto, deve oferecer ao candidato tempo suficiente para que ele possa expor os motivos pelo qual deseja trabalhar na empresa, justificar porque é qualificado para assumir o cargo e falar de experiências que teve e resultados que conquistou em posições ocupadas anteriormente. O recrutador que não deixa o candidato falar perde a oportunidade de conhecê-lo melhor;
2.       Não ler o currículo antes da entrevista: o processo de triagem é essencial para otimizar o tempo do recrutador e evitar entrevistas desnecessárias. Além disso, assim como é importante que o candidato conheça a empresa, é de bom tom que esta conheça quem está selecionando. Tendo em mão as informações básicas da trajetória profissional e acadêmica do candidato, este não precisa repassá-las e pode conversar com o recrutador sobre como ele se vê na empresa e o que pretende trazer para ela;
3.       Fazer perguntas/testes esdrúxulos: saber qual é o signo ou pedir para o candidato desenhar pode até satisfazer a curiosidade do recrutador, mas não vai mostrar se o profissional a ser contratado é capaz de trazer os resultados necessários para a empresa ou se conseguirá se relacionar bem com a equipe. Atenha-se aos fatos e qualidades profissionais do candidato;
4.       Atrasar: organize-se para atender a todos os candidatos no horário marcado. Este não seria entrevistado com bons olhos se chegasse atrasado. A empresa que deixa o candidato esperando não será tratada com seriedade;
5.       Não considerar funcionários da empresa para o cargo: o profissional que recebe uma proposta da própria empresa se sente valorizado. Além disso, ele já está familiarizado com os procedimentos da empresa e sua cultura, portanto, irá se adaptar melhor que uma pessoa “de fora”;
6.       Fazer perguntas óbvias – e esperar respostas que digam muito sobre o candidato: todo profissional já teve que responder, pelo menos uma vez na vida, qual era seu defeito. Todo recrutador já ouviu a resposta ‘perfeccionismo’. Ambos saíram insatisfeitos, porque era uma pergunta óbvia, que merecia uma resposta à altura. O recrutador deve procurar por profissionais que tragam soluções e ideias e deve instigar o candidato a trazê-las desde o momento da seleção. Só assim saberá se ele está apto a ocupar a vaga;
7.       Processos seletivos muito longos: é cansativo para o candidato e para o recrutador, além de caro para a empresa. Dependendo do perfil da vaga é preciso a criação de várias etapas para selecionar o profissional mais indicado para a empresa, no entanto, quanto mais gerencial for o cargo, mais objetivo deve ser o processo de seleção;
8.       Não considerar as habilidades comportamentais: mais do que um currículo excepcional, é cada dia mais importante avaliar a habilidade do profissional de se relacionar com colegas e superiores. Saber inspirar a equipe e gerar um clima organizacional favorável é indispensável para um líder e essencial para a conquista de bons resultados;
9.       Não pensar no longo prazo: a seleção do candidato deve ser feita de forma a imaginá-lo seguindo uma carreira na empresa. O índice de turn-over nas empresas brasileiras é alto, tanto que, o número de trabalhadores que está há mais de cinco anos na mesma empresa caiu de 41,9% em 2006 para 36,4%, em abril de 2012. Para evitar esse quadro, mais do que qualificado tecnicamente, o profissional selecionado deve estar alinhado à cultura da empresa e se sentir privilegiado por fazer parte da mesma;
10. Não usar as redes sociais: hoje em dia, o recrutador tem em mãos uma ferramenta que, se bem utilizada, pode traçar um perfil mais apurado do profissional. Como ele se relaciona com colegas, qual a extensão de sua rede de contatos, seus interesses e posicionamento em relação a temas importantes para a empresa, por exemplo, são algumas das características que nem sempre conseguimos avaliar numa entrevista ou dinâmica, mas que podem ser observadas na Internet.
O processo de seleção é uma etapa chave na retenção de talentos. Quando bem feito, o recrutamento influencia positivamente nos resultados conquistados pela empresa, no relacionamento da equipe e, como consequência, na retenção dos funcionários.
“O profissional que faz o que gosta e se relaciona bem com seus pares é mais produtivo. Por isso, é fundamental atentar se o perfil do contratado está alinhado ao da empresa e dedicar tempo e atenção ao processo de seleção. Evitando os erros citados acima, o recrutamento será mais eficiente”, conclui Cassio.

Fonte: PROFF Gente & Gestão